<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss version="2.0"><channel><title>Revista A Mira</title><description>Noticias publicados no site Revista A Mira</description><link>http://www.amiranet.com.br/</link><item><title>Vem Aí...</title><link>http://www.amiranet.com.br/novidade/vem-aidotdotdot-87</link><guid>http://www.amiranet.com.br/novidade/vem-aidotdotdot-87</guid><description>&lt;p&gt;&lt;a href=&#039;http://www.amiranet.com.br/novidade/vem-aidotdotdot-87&#039;&gt;&lt;img border=&#039;0&#039; width=&#039;480px&#039; src=&#039;http://www.amiranet.com.br/img/noticias/noticia_87.jpg&#039; alt=&#039;Vem Aí...&#039; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><author>Revista A Mira</author><pubDate>Fri, 17 Feb 2012 14:24:00 -0200</pubDate></item><item><title>Confira Calendário de Cursos 2012</title><link>http://www.amiranet.com.br/novidade/confira-calendario-de-cursos-2012-86</link><guid>http://www.amiranet.com.br/novidade/confira-calendario-de-cursos-2012-86</guid><description>&lt;p&gt;&lt;a href=&#039;http://www.amiranet.com.br/novidade/confira-calendario-de-cursos-2012-86&#039;&gt;&lt;img border=&#039;0&#039; width=&#039;480px&#039; src=&#039;http://www.amiranet.com.br/img/noticias/noticia_86.jpg&#039; alt=&#039;Confira Calendário de Cursos 2012&#039; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
	&lt;a href=&quot;http://www.amiranet.com.br/cursos&quot;&gt;Confira aqui o Calend&amp;aacute;rio dos cursos&amp;nbsp;Sistema de Coordenadas Planas UTM - Conceitos e Aplica&amp;ccedil;&amp;otilde;es e Georreferenciamento de Im&amp;oacute;veis Rurais - Procedimentos Operacionais de Campo e Gabinete que ser&amp;atilde;o oferecidos neste ano em Porto Alegre (RS), Florian&amp;oacute;polis (SC), Curitiba (PR) e Pirassununga (SP)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
</description><author>Revista A Mira</author><pubDate>Tue, 03 Jan 2012 13:28:00 -0200</pubDate></item><item><title>Engenheiro Agrimensor é agredido enquanto trabalhava</title><link>http://www.amiranet.com.br/novidade/engenheiro-agrimensor-e-agredido-enquanto-trabalhava-85</link><guid>http://www.amiranet.com.br/novidade/engenheiro-agrimensor-e-agredido-enquanto-trabalhava-85</guid><description>&lt;p&gt;&lt;a href=&#039;http://www.amiranet.com.br/novidade/engenheiro-agrimensor-e-agredido-enquanto-trabalhava-85&#039;&gt;&lt;img border=&#039;0&#039; width=&#039;480px&#039; src=&#039;http://www.amiranet.com.br/img/noticias/noticia_85.jpg&#039; alt=&#039;Engenheiro Agrimensor é agredido enquanto trabalhava&#039; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
	O engenheiro agrimensor Carlos Roberto Illa Font foi agredido na tarde desta segunda-feira enquanto executava servi&amp;ccedil;os de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Rua Beija Flor, entre os loteamentos Esplanada e Natureza, no munic&amp;iacute;pio de Balne&amp;aacute;rio Arroio do Silva, no extremo sul de Santa Catarina. O profissional registrou um Boletim de Ocorr&amp;ecirc;ncia na Delegacia de Pol&amp;iacute;cia local.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Segundo ele, a rua estava cercada. &amp;quot;Pulei a cerca para fazer a fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e fui surpreendido com agress&amp;otilde;es verbais e f&amp;iacute;sicas&amp;quot;, disse Font que estava acompanhado de um fiscal da secretaria de obras do munic&amp;iacute;pio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	O agrimensor foi atingido com um peda&amp;ccedil;o de pau, que fazia parte do cercado, por um comerciante.&lt;/p&gt;
</description><author>Revista A Mira</author><pubDate>Mon, 19 Dec 2011 22:04:00 -0200</pubDate></item><item><title>IBGE divulga análise dos dados da RBMC e a retrospectiva de 15 anos de operação</title><link>http://www.amiranet.com.br/novidade/ibge-divulga-analise-dos-dados-da-rbmc-e-a-retrospectiva-de-15-anos-de-operacao-84</link><guid>http://www.amiranet.com.br/novidade/ibge-divulga-analise-dos-dados-da-rbmc-e-a-retrospectiva-de-15-anos-de-operacao-84</guid><description>&lt;p&gt;&lt;a href=&#039;http://www.amiranet.com.br/novidade/ibge-divulga-analise-dos-dados-da-rbmc-e-a-retrospectiva-de-15-anos-de-operacao-84&#039;&gt;&lt;img border=&#039;0&#039; width=&#039;480px&#039; src=&#039;http://www.amiranet.com.br/img/noticias/noticia_84.jpg&#039; alt=&#039;IBGE divulga análise dos dados da RBMC e a retrospectiva de 15 anos de operação&#039; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
	A RBMC, Rede Brasileira de Monitoramento Cont&amp;iacute;nuo dos Sistemas GNSS(Sistemas de Navega&amp;ccedil;&amp;atilde;o Global por Sat&amp;eacute;lites, como o norte-americano GPS &amp;ndash; Sistema de Posicionamento Global, e o russo GLONASS), completa 15 anos no pr&amp;oacute;ximo dia 13 de dezembro. A rede &amp;eacute; composta de esta&amp;ccedil;&amp;otilde;es cujas informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es permitem calcular as coordenadas (latitude, longitude e altitude elipsoidal, esta &amp;uacute;ltima referente ao modelo geom&amp;eacute;trico que representa a forma da Terra) mais precisas do pa&amp;iacute;s, podendo fornecer aos usu&amp;aacute;rios localiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es com precis&amp;atilde;o de mil&amp;iacute;metros. &lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Pode ser utilizada tanto para apoiar o projeto, constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o e monitoramento de grandes obras de engenharia, como estradas, pontes e barragens, quanto na demarca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de terras ind&amp;iacute;genas, quilombolas e &amp;aacute;reas de prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o ambiental, entre outros, al&amp;eacute;m de auxiliar no monitoramento de ve&amp;iacute;culos.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Tendo em vista o grande n&amp;uacute;mero de aplica&amp;ccedil;&amp;otilde;es em que a RBMC &amp;eacute; empregada, torna-se importante fornecer tais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de forma que seja poss&amp;iacute;vel aos seus usu&amp;aacute;rios avaliar o funcionamento da rede e empregar tais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es no planejamento de suas atividades.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O relat&amp;oacute;rio An&amp;aacute;lise dos Dados da Rede Brasileira de Monitoramento Cont&amp;iacute;nuo dos Sistemas GNSS &amp;ndash; 2006 a 2010 disponibiliza indicadores e an&amp;aacute;lises que permitem avaliar a qualidade dos dados e verificar o desempenho do funcionamento das esta&amp;ccedil;&amp;otilde;es existentes no per&amp;iacute;odo de 2006 a 2010: &lt;a href=&quot;ftp://geoftp.ibge.gov.br/RBMC/relatorio/Relatorio_Qualidade_Dados_RBMC_2006-2010.pdf&quot;&gt;ftp://geoftp.ibge.gov.br/RBMC/relatorio/Relatorio_Qualidade_Dados_RBMC_2006-2010.pdf&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o Rede Brasileira de Monitoramento Cont&amp;iacute;nuo dos Sistemas GNSS - 15 anos - 1996 a 2011 traz detalhes do hist&amp;oacute;rico, opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o e outros dados relativos aos 15 anos da RBMC: &lt;a href=&quot;ftp://geoftp.ibge.gov.br/RBMC/relatorio/RBMC_15anos_1996-2011.pdf&quot;&gt;ftp://geoftp.ibge.gov.br/RBMC/relatorio/RBMC_15anos_1996-2011.pdf&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Em 1996, o IBGE iniciou a implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da RBMC, a primeira deste tipo na Am&amp;eacute;rica do Sul, com a instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o das esta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Curitiba (PR) e Presidente Prudente (SP) e a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o das esta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Fortaleza (CE) e Bras&amp;iacute;lia (DF). As esta&amp;ccedil;&amp;otilde;es da RBMC recebem os sinais de sat&amp;eacute;lites artificiais com alta precis&amp;atilde;o, ajudando, atrav&amp;eacute;s da interconex&amp;atilde;o com redes de outros pa&amp;iacute;ses e continentes, a melhorar a qualidade dos sistemas envolvidos (sistemas de refer&amp;ecirc;ncia, sistemas de sat&amp;eacute;lites, sistemas de usu&amp;aacute;rios, entre outros). Atualmente s&amp;atilde;o 85 esta&amp;ccedil;&amp;otilde;es instaladas, 6 em fase de conclus&amp;atilde;o de instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o e testes e 2 em fase de projeto e instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	As informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es coletadas diariamente pela RBMC permitem o c&amp;aacute;lculo das coordenadas de diversos pontos do territ&amp;oacute;rio nacional. No caso de terremotos, como os ocorridos no ano passado no Chile e em mar&amp;ccedil;o deste ano no Jap&amp;atilde;o, por exemplo, foi poss&amp;iacute;vel detectar deslocamentos de at&amp;eacute; tr&amp;ecirc;s metros atrav&amp;eacute;s de esta&amp;ccedil;&amp;otilde;es similares espalhadas nestes pa&amp;iacute;ses e seus vizinhos. &lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A RBMC &amp;eacute; ainda o elo entre o Sistema Geod&amp;eacute;sico Brasileiro (SGB) e redes internacionais similares. Com a crescente utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das t&amp;eacute;cnicas de posicionamento baseadas nos Sistemas de Navega&amp;ccedil;&amp;atilde;o Global por Sat&amp;eacute;lites, seu papel &amp;eacute; cada vez mais relevante na defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do solo.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Os dados e relat&amp;oacute;rios de todas as esta&amp;ccedil;&amp;otilde;es podem ser acessados pela p&amp;aacute;gina www.ibge.gov.br/home/geociencias/download/tela_inicial.php?tipo=8 &lt;br /&gt;
	e no servidor de FTP ftp://geoftp.ibge.gov.br/RBMC/. Estes dados s&amp;atilde;o organizados em arquivos de observa&amp;ccedil;&amp;otilde;es di&amp;aacute;rias, sempre referentes ao dia imediatamente anterior.&lt;/p&gt;
</description><author>Revista A Mira</author><pubDate>Wed, 30 Nov 2011 15:24:00 -0200</pubDate></item><item><title>Assine a Revista A Mira</title><link>http://www.amiranet.com.br/novidade/assine-a-revista-a-mira-35</link><guid>http://www.amiranet.com.br/novidade/assine-a-revista-a-mira-35</guid><description>&lt;p&gt;&lt;a href=&#039;http://www.amiranet.com.br/novidade/assine-a-revista-a-mira-35&#039;&gt;&lt;img border=&#039;0&#039; width=&#039;480px&#039; src=&#039;http://www.amiranet.com.br/img/noticias/noticia_35.jpg&#039; alt=&#039;Assine a Revista A Mira&#039; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
	Renove sua assinatura da Revista A Mira e acompanhe as se&amp;ccedil;&amp;otilde;es t&amp;eacute;cnicas de topografia, agrimensura e cartografia. Para renova&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou assinatura entre em nossa loja virtual. Ao fazer sua compra, o portal indicar&amp;aacute; a inclus&amp;atilde;o de seu cadastro. Preencha seus dados para entrega do material, informe seu email para contato e CRIE uma senha para acessar o portal da revista. Ao fazer a compra pela &lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;http://www.amiranet.com.br/loja&quot;&gt;loja virtual&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, ser&amp;aacute; disponibilizada a cobran&amp;ccedil;a por boleto ou cart&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
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	&lt;br /&gt;
	A Mira (48) 3437-2514&lt;/p&gt;
</description><author>Revista A Mira</author><pubDate>Wed, 30 Nov 2011 15:05:00 -0200</pubDate></item><item><title>IMÓVEL RURAL: CONCEITOS DE MÓDULO FISCAL, MÓDULO RURAL, MÓDULO DE EXPLORAÇÃO INDEFINIDA E FRAÇÃO MÍNIMA DE PARCELAMENTO</title><link>http://www.amiranet.com.br/novidade/imovel-rural-conceitos-de-modulo-fiscal-modulo-rural-modulo-de-exploracao-indefinida-e-fracao-minima-de-parcelamento-83</link><guid>http://www.amiranet.com.br/novidade/imovel-rural-conceitos-de-modulo-fiscal-modulo-rural-modulo-de-exploracao-indefinida-e-fracao-minima-de-parcelamento-83</guid><description>&lt;p&gt;
	Existem muitas d&amp;uacute;vidas com rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s diferen&amp;ccedil;as ente os m&amp;oacute;dulos; rural, m&amp;oacute;dulo fiscal, m&amp;oacute;dulo de explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o indefinida e a fra&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;iacute;nima de parcelamento- FMP, e nesse sentido para esclarecer o que significa cada um deles e suas diferentes formas de obten&amp;ccedil;&amp;atilde;o que produzimos este texto para dirimir quaisquer d&amp;uacute;vidas referentes ao m&amp;oacute;dulo de explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o indefinida (MEI), ao m&amp;oacute;dulo fiscal (MF) e &amp;agrave; fra&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;iacute;nima de parcelamento (que muitos ainda a chamam de &amp;quot;m&amp;oacute;dulo rural&amp;quot;), tornou-se importante concentrar, num &amp;uacute;nico texto, as explica&amp;ccedil;&amp;otilde;es necess&amp;aacute;rias sobre essas classifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es que incidem sobre o im&amp;oacute;vel rural e afetam a atividade profissional do registrador imobili&amp;aacute;rio e do tabeli&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	A fra&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;iacute;nima de parcelamento (FMP) &amp;eacute; facilmente obtida pela simples leitura do CCIR de qualquer im&amp;oacute;vel rural do munic&amp;iacute;pio, mas tal certificado n&amp;atilde;o traz os valores do m&amp;oacute;dulo de explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o indefinida nem do m&amp;oacute;dulo fiscal, que devem ser obtidos no site do Incra.&lt;br /&gt;
	Este texto tem por objetivo demonstrar, de forma simples e direta, o conceito, fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es e fundamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o legal de cada um desses &amp;iacute;ndices qualificadores do im&amp;oacute;vel rural.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
	1. M&amp;oacute;dulo Fiscal (MF) &lt;br /&gt;
	&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	O m&amp;oacute;dulo fiscal (MF) &amp;eacute; medido em hectares e &amp;eacute; definido por Munic&amp;iacute;pio, cuja tabela est&amp;aacute; anexa &amp;agrave; Instru&amp;ccedil;&amp;atilde;o Especial Incra n&amp;ordm; 20, de 1980. Os munic&amp;iacute;pios que foram criados ap&amp;oacute;s 1980 tiveram o valor de seu m&amp;oacute;dulo fiscal fixado por outros atos normativos daquela autarquia federal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	A &amp;uacute;nica relev&amp;acirc;ncia do m&amp;oacute;dulo fiscal para as atividades notarial e registral, ainda que bem indireta, &amp;eacute; a previs&amp;atilde;o da gratuidade dos trabalhos t&amp;eacute;cnicos georreferenciados aos propriet&amp;aacute;rios de im&amp;oacute;veis rurais com &amp;aacute;rea total n&amp;atilde;o excedente a 4 m&amp;oacute;dulos fiscais (Lei dos Registros P&amp;uacute;blicos, artigo 176, &amp;sect;3&amp;ordm;, e artigo 225, &amp;sect;3&amp;ordm;).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
	2. M&amp;oacute;dulo Rural (MR) &lt;br /&gt;
	&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	O m&amp;oacute;dulo rural (MR) &amp;eacute; estabelecido pelas dimens&amp;otilde;es da propriedade familiar e representa uma &amp;aacute;rea m&amp;iacute;nima de terra calculada para cada im&amp;oacute;vel rural, conforme estabelece o Estatuto da Terra:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	Estatuto da Terra (ET) - Lei n&amp;ordm; 4.504, de 30 de Novembro de 1964.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	Art. 4&amp;ordm; - Para os efeitos desta Lei, definem-se:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	II - Propriedade Familiar, o im&amp;oacute;vel rural que, direta e pessoalmente explorado pelo agricultor e sua fam&amp;iacute;lia, lhes absorva toda a for&amp;ccedil;a de trabalho, garantindo-lhes a subsist&amp;ecirc;ncia e o progresso social e econ&amp;ocirc;mico, com &amp;aacute;rea m&amp;aacute;xima fixada para cada regi&amp;atilde;o e tipo de explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e eventualmente trabalhado com a ajuda de terceiros;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	III - M&amp;oacute;dulo Rural, a &amp;aacute;rea fixada nos termos do inciso anterior;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	Essa unidade de medida &amp;eacute; fixada com base nos crit&amp;eacute;rios determinados pelo artigo 11 do Decreto n&amp;ordm; 55.891, de 31 de mar&amp;ccedil;o de 1965:&lt;br /&gt;
	Art. 11. O m&amp;oacute;dulo rural, definido no inciso III do artigo 4&amp;ordm; do Estatuto da Terra, tem como finalidade primordial estabelecer uma unidade de medida que exprima a interdepend&amp;ecirc;ncia entre a dimens&amp;atilde;o, a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o geogr&amp;aacute;fica dos im&amp;oacute;veis rurais e a forma e condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es do seu aproveitamento econ&amp;ocirc;mico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico. A fixa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do dimensionamento econ&amp;ocirc;mico do im&amp;oacute;vel que, para cada zona de caracter&amp;iacute;sticas ecol&amp;oacute;gicas e econ&amp;ocirc;micas homog&amp;ecirc;neas e para os diversos tipos de explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o, representar&amp;aacute; o m&amp;oacute;dulo, ser&amp;aacute; feita em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	a) da localiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e dos meios de acesso do im&amp;oacute;vel em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos grandes mercados; &lt;br /&gt;
	b) das caracter&amp;iacute;sticas ecol&amp;oacute;gicas das &amp;aacute;reas em que se situam; &lt;br /&gt;
	c) dos tipos de explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o predominantes na respectiva zona.&lt;br /&gt;
	Sendo assim, o m&amp;oacute;dulo rural varia n&amp;atilde;o apenas quanto &amp;agrave; localiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do im&amp;oacute;vel, mas tamb&amp;eacute;m com rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao tipo de explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o nele existente, podendo o im&amp;oacute;vel ser, segundo a classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Incra, hortigranjeiro, de cultura permanente, de cultura tempor&amp;aacute;ria, de explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o pecu&amp;aacute;ria, de explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o florestal ou de explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o indefinida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
	3. M&amp;oacute;dulo de Explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o Indefinida (MEI) &lt;br /&gt;
	&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	O m&amp;oacute;dulo de explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o indefinida (o famoso MEI) &amp;eacute; uma das esp&amp;eacute;cies de m&amp;oacute;dulo rural que &amp;eacute; utilizado no controle das aquisi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de im&amp;oacute;vel rural por estrangeiro, previsto na Lei n&amp;ordm; 5.709, de 7 de outubro de 1971, cujas regras principais encontram-se em seu artigo 3&amp;ordm;:&lt;br /&gt;
	Art. 3&amp;ordm; - A aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de im&amp;oacute;vel rural por pessoa f&amp;iacute;sica estrangeira n&amp;atilde;o poder&amp;aacute; exceder a 50 m&amp;oacute;dulos de explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o indefinida, em &amp;aacute;rea cont&amp;iacute;nua ou descont&amp;iacute;nua.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;sect; 1&amp;ordm; - Quando se tratar de im&amp;oacute;vel com &amp;aacute;rea n&amp;atilde;o superior a 3 m&amp;oacute;dulos, a aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; livre, independendo de qualquer autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou licen&amp;ccedil;a, ressalvadas as exig&amp;ecirc;ncias gerais determinadas em lei.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;sect; 2&amp;ordm; - O Poder Executivo baixar&amp;aacute; normas para a aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &amp;aacute;rea compreendida entre 3 e 50 m&amp;oacute;dulos de explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o indefinida. &lt;br /&gt;
	&amp;sect; 3&amp;ordm; - O Presidente da Rep&amp;uacute;blica, ouvido o Conselho de Seguran&amp;ccedil;a Nacional, poder&amp;aacute; aumentar o limite fixado neste artigo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	O valor do m&amp;oacute;dulo de explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o indefinida &amp;eacute; determinado por ato administrativo do Incra:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	Decreto n.&amp;ordm; 74.965, de 26/11/71 - Aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de im&amp;oacute;vel rural por estrangeiro&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	Art. 4&amp;ordm;. Compete ao Instituto Nacional de Coloniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Reforma Agr&amp;aacute;ria (INCRA) fixar, para cada regi&amp;atilde;o, o m&amp;oacute;dulo de explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o indefinida, podendo modific&amp;aacute;-lo sempre que houver altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es econ&amp;ocirc;micas e sociais da regi&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	O valor em hectares do MEI est&amp;aacute; previsto na Tabela III da Instru&amp;ccedil;&amp;atilde;o Especial Incra n&amp;ordm; 5-A, de 1973, que depende da atenta leitura da Instru&amp;ccedil;&amp;atilde;o Especial Incra n&amp;ordm; 50, de 1997. Os dois atos normativos trazem anexos que devem ser interpretados conjuntamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	Desses anexos, extra&amp;iacute; as tabelas simplificadas referentes ao Estado de S&amp;atilde;o Paulo. O munic&amp;iacute;pio de Conchas pertence &amp;agrave; microrregi&amp;atilde;o geogr&amp;aacute;fica de Botucatu (c&amp;oacute;digo n&amp;ordm; 23 do Estado de S&amp;atilde;o Paulo), classificada como Zona T&amp;iacute;pica de M&amp;oacute;dulo (ZTM) A2.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	Por integrar a ZTM A2, todos os munic&amp;iacute;pios dessa microrregi&amp;atilde;o (com dois &amp;ldquo;erres&amp;rdquo; e n&amp;atilde;o com apenas um, como a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Incra tenta disseminar) possuem MEI de 10 hectares e, em interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o simult&amp;acirc;nea com a Lei n&amp;ordm; 5.868/72 e com o artigo 2&amp;ordm; da IN n&amp;ordm; 50/97, fra&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;iacute;nima de parcelamento de 2 hectares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	Para identificar os itens de interesse direto do registrador imobili&amp;aacute;rio e do tabeli&amp;atilde;o, as tabelas integrantes das instru&amp;ccedil;&amp;otilde;es especiais em destaque devem ser utilizadas da seguinte forma:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
	1) Determinar a microrregi&amp;atilde;o de seu munic&amp;iacute;pio:&lt;br /&gt;
	&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;bull; as microrregi&amp;otilde;es a serem consideradas s&amp;atilde;o as determinadas pelo IBGE (artigo 1&amp;ordm; da IE Incra n&amp;ordm; 50/97)&lt;br /&gt;
	&amp;bull; para descobrir a microrregi&amp;atilde;o a que faz parte um determinado munic&amp;iacute;pio, basta pesquisar no site do IBGEhttp://www.sidra.ibge.gov.br/bda/territorio/uftabunit.asp?t=26&amp;amp;n=6&amp;amp;z=t&amp;amp;o=4&lt;br /&gt;
	&amp;bull; ex.: Conchas-SP (c&amp;oacute;d. mun. 3512308) &amp;eacute; integrante da microrregi&amp;atilde;o de Botucatu (c&amp;oacute;d. mrg 35023)http://www.sidra.ibge.gov.br/bda/territorio/infounit.asp?codunit=3760&amp;amp;codunitibge=3512308&amp;amp;nomeunit=Conchas+%2D+SP&amp;amp;n=6&amp;amp;nomenivel=Munic%EDpio&amp;amp;z=t&amp;amp;o=4&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
	2) Identificar a Zona T&amp;iacute;pica de M&amp;oacute;dulo (ZTM) de sua microrregi&amp;atilde;o:&lt;br /&gt;
	&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;bull; consultar a &amp;uacute;nica tabela da Instru&amp;ccedil;&amp;atilde;o Especial Incra n&amp;ordm; 50, de 1997:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;71&quot; src=&quot;/files/images/1.jpg&quot; width=&quot;600&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;em&gt;&lt;strong&gt;3) Identificar o valor do m&amp;oacute;dulo de explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o indefinida (MEI):&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;bull; consultar a Tabela III da Instru&amp;ccedil;&amp;atilde;o Especial Incra n&amp;ordm; 5-A,de 1973 (com as altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es efetuadas pela Instru&amp;ccedil;&amp;atilde;o Especial Incra n&amp;ordm; 50,de 1997), que trata do m&amp;oacute;dulo rural , que varia de im&amp;oacute;vel para im&amp;oacute;vel de acordo com a explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o nele existente, e extrair o m&amp;oacute;dulo de explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o indefinida:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;313&quot; src=&quot;/files/images/2(1).jpg&quot; width=&quot;600&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;bull; o munic&amp;iacute;pio de Conchas, por estar localizado na ZTM A2, possui um MEI de 10 hectares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
	4. Fra&amp;ccedil;&amp;atilde;o M&amp;iacute;nima de Parcelamento (FMP)&lt;br /&gt;
	&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
	4.1 Conceito&lt;br /&gt;
	&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	A fra&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;iacute;nima de parcelamento &amp;eacute; a menor dimens&amp;atilde;o que um im&amp;oacute;vel rural poder&amp;aacute; ter, salvo situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es especial&amp;iacute;ssimas previstas em lei.&lt;br /&gt;
	Vejamos inicialmente o artigo 65 do Estatuto da Terra:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	Estatuto da Terra (ET) - Lei n&amp;ordm; 4.504, de 30 de Novembro de 1964.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	Art. 65 - O im&amp;oacute;vel rural n&amp;atilde;o &amp;eacute; divis&amp;iacute;vel em &amp;aacute;reas de dimens&amp;atilde;o inferior &amp;agrave; constitutiva do m&amp;oacute;dulo de propriedade rural.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;sect; 1&amp;ordm; - Em caso de sucess&amp;atilde;o &amp;quot;causa mortis&amp;quot; e nas partilhas judiciais ou amig&amp;aacute;veis, n&amp;atilde;o se poder&amp;atilde;o dividir im&amp;oacute;veis em &amp;aacute;reas inferiores &amp;agrave;s da dimens&amp;atilde;o do m&amp;oacute;dulo de propriedade rural.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;sect; 2&amp;ordm; - Os herdeiros ou os legat&amp;aacute;rios, que adquirirem por sucess&amp;atilde;o o dom&amp;iacute;nio de im&amp;oacute;veis rurais, n&amp;atilde;o poder&amp;atilde;o dividi-los em outros de dimens&amp;atilde;o inferior ao m&amp;oacute;dulo de propriedade rural.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;sect; 3&amp;ordm; - No caso de um ou mais herdeiros ou legat&amp;aacute;rios desejar explorar as terras assim havidas, o Instituto Brasileiro de Reforma Agr&amp;aacute;ria poder&amp;aacute; prover no sentido de o requerente ou requerentes obterem financiamentos que lhes facultem o numer&amp;aacute;rio para indenizar os demais cond&amp;ocirc;minos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;sect; 4&amp;ordm; - O financiamento referido no par&amp;aacute;grafo anterior s&amp;oacute; poder&amp;aacute; ser concedido mediante prova de que o requerente n&amp;atilde;o possui recursos para adquirir o respectivo lote.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	Nesse dispositivo legal em especial, onde se l&amp;ecirc; &amp;ldquo;m&amp;oacute;dulo de propriedade rural&amp;rdquo; leia-se &amp;ldquo;fra&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;iacute;nima de parcelamento&amp;rdquo;, denomina&amp;ccedil;&amp;atilde;o atual segundo a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o posterior:&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR) - Lei n&amp;ordm; 5.868, de 12 de Dezembro de 1972.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	Art. 8&amp;ordm; - Para fins de transmiss&amp;atilde;o, a qualquer t&amp;iacute;tulo, na forma do artigo 65 da Lei n&amp;ordm; 4.504, de 30 de novembro de 1964, nenhum im&amp;oacute;vel rural poder&amp;aacute; ser desmembrado ou dividido em &amp;aacute;rea de tamanho inferior &amp;agrave; do m&amp;oacute;dulo calculado para o im&amp;oacute;vel ou da fra&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;iacute;nima de parcelamento fixado no par&amp;aacute;grafo primeiro deste artigo, prevalecendo a de menor &amp;aacute;rea.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;sect; 1&amp;ordm; - A fra&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;iacute;nima de parcelamento ser&amp;aacute;:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	a) o m&amp;oacute;dulo correspondente &amp;agrave; explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o hortigranjeira das respectivas zonas t&amp;iacute;picas, para os Munic&amp;iacute;pios das capitais dos Estados;&lt;br /&gt;
	b) o m&amp;oacute;dulo correspondente &amp;agrave;s culturas permanentes para os demais Munic&amp;iacute;pios situados nas zonas t&amp;iacute;picas A, B e C;&lt;br /&gt;
	c) o m&amp;oacute;dulo correspondente &amp;agrave; pecu&amp;aacute;ria para os demais Munic&amp;iacute;pios situados na zona t&amp;iacute;pica D.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;sect; 2&amp;ordm; - Em Instru&amp;ccedil;&amp;atilde;o Especial aprovada pelo Ministro da Agricultura, o INCRA poder&amp;aacute; estender a outros Munic&amp;iacute;pios, no todo ou em parte, cujas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es demogr&amp;aacute;ficas e s&amp;oacute;cio-econ&amp;ocirc;micas o aconselhem, a fra&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;iacute;nima de parcelamento prevista para as capitais dos Estados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;sect; 3&amp;ordm; - S&amp;atilde;o considerados nulos e de nenhum efeito quaisquer atos que infrinjam o disposto neste artigo n&amp;atilde;o podendo os servi&amp;ccedil;os notariais lavrar escrituras dessas &amp;aacute;reas, nem ser tais atos registrados nos Registros de Im&amp;oacute;veis, sob pena de responsabilidade administrativa, civil e criminal de seus titulares ou prepostos. (&amp;sect; com reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o dada pela Lei n&amp;ordm; 10.267, de 28.8.2001)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;sect; 4&amp;ordm; - O disposto neste artigo n&amp;atilde;o se aplica aos casos em que a aliena&amp;ccedil;&amp;atilde;o da &amp;aacute;rea se destine comprovadamente a sua anexa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao pr&amp;eacute;dio r&amp;uacute;stico, confrontante, desde que o im&amp;oacute;vel do qual se desmembre permane&amp;ccedil;a com &amp;aacute;rea igual ou superior &amp;agrave; fra&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;iacute;nima do parcelamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;sect; 5&amp;ordm; - O disposto neste artigo aplica-se tamb&amp;eacute;m &amp;agrave;s transa&amp;ccedil;&amp;otilde;es celebradas at&amp;eacute; esta data e ainda n&amp;atilde;o registradas em Cart&amp;oacute;rio, desde que se enquadrem nas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es e requisitos ora estabelecidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	Esses dispositivos legais est&amp;atilde;o em vigor e bastante atualizados. Note que o &amp;sect;3&amp;ordm; da cita&amp;ccedil;&amp;atilde;o anterior teve sua reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o fixada pela recente legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o do georreferenciamento. Devido &amp;agrave; sua import&amp;acirc;ncia, por referir-se exatamente &amp;agrave; responsabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do registrador, conv&amp;eacute;m analisar com mais aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o esse dispositivo:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;sect; 3&amp;ordm; - S&amp;atilde;o considerados nulos e de nenhum efeito quaisquer atos que infrinjam o disposto neste artigo n&amp;atilde;o podendo os servi&amp;ccedil;os notariais lavrar escrituras dessas &amp;aacute;reas, nem ser tais atos registrados nos Registros de Im&amp;oacute;veis, sob pena de responsabilidade administrativa, civil e criminal de seus titulares ou prepostos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	Vejamos o que d&amp;aacute; para extrair de tudo que foi aqui exposto:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;bull; n&amp;atilde;o se pode dividir o im&amp;oacute;vel rural com dimens&amp;atilde;o inferior &amp;agrave; FMP fixada para a respectiva localidade;&lt;br /&gt;
	&amp;bull; &amp;uacute;nica exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o: &amp;ldquo;transfer&amp;ecirc;ncia de &amp;aacute;rea ao im&amp;oacute;vel vizinho&amp;rdquo;, que n&amp;atilde;o resulte em im&amp;oacute;vel com dimens&amp;atilde;o abaixo da FMP;&lt;br /&gt;
	&amp;bull; a FMP &amp;eacute; definida pelo Incra por ato normativo (o valor consta do CCIR do im&amp;oacute;vel e pode ser consultado no site daquela autarquia);&lt;br /&gt;
	&amp;bull; sob pena de responsabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o criminal, c&amp;iacute;vel e administrativa, o tabeli&amp;atilde;o n&amp;atilde;o pode lavrar escritura de ato jur&amp;iacute;dico que infrinja a referida norma; e&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;bull; sob as mesmas penas, n&amp;atilde;o pode o registrador praticar atos registrais que infrinjam essa regra.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;strong&gt;4.2 Fundamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o legal&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	Para identificar o valor da fra&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;iacute;nima de parcelamento (FMP):&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;bull; de acordo com o &amp;sect;1&amp;ordm; do artigo 8&amp;ordm; da Lei n&amp;ordm; 5.688/72, a FMP ser&amp;aacute;:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	 o m&amp;oacute;dulo de explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o hortigranjeira para as capitais do Estado;&lt;br /&gt;
	 o m&amp;oacute;dulo de explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de culturas permanentes para os demais munic&amp;iacute;pios das ZTM A, B e C; e&lt;br /&gt;
	 o m&amp;oacute;dulo de explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o pecu&amp;aacute;ria para os demais munic&amp;iacute;pios da ZTM D.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;bull; de acordo com o &amp;sect;2&amp;ordm; do mesmo artigo 8&amp;ordm;:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	 em Instru&amp;ccedil;&amp;atilde;o Especial aprovada pelo Ministro da Agricultura (hoje, Minist&amp;eacute;rio do Desenvolvimento Agr&amp;aacute;rio), o INCRA poder&amp;aacute; estender a outros Munic&amp;iacute;pios, no todo ou em parte, cujas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es demogr&amp;aacute;ficas e socioecon&amp;ocirc;micas o aconselhem, a fra&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;iacute;nima de parcelamento prevista para as capitais dos Estados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;bull; de acordo com o artigo 2&amp;ordm; da IN n&amp;ordm; 50/97:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	 ficam estendidas a Fra&amp;ccedil;&amp;atilde;o M&amp;iacute;nima de Parcelamento - FMP correspondente ao m&amp;oacute;dulo de explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o hortigranjeira das respectivas zonas t&amp;iacute;picas, prevista para as capitais dos estados, aos munic&amp;iacute;pios classificados nas Zonas T&amp;iacute;picas de M&amp;oacute;dulos &amp;ldquo;B&amp;rdquo; e &amp;ldquo;C&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;bull; sendo assim, extraem-se os seguintes valores da FMP:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;298&quot; src=&quot;/files/images/3,1.jpg&quot; width=&quot;600&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
	&amp;bull; o Munic&amp;iacute;pio de Conchas-SP, por estar localizada numa ZTM A2, possui a FMP de 2 hectares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	4.2 Exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave; regra da FMP: um exemplo na retifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de registro&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	Uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o muito comum que tem sido alvo de questionamento:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;bull; um im&amp;oacute;vel matriculado cortado por uma rodovia, que seja representado por duas glebas, sendo uma com dimens&amp;atilde;o inferior &amp;agrave; FMP, pode resultar em duas matr&amp;iacute;culas distintas?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	Resposta:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;bull; devido &amp;agrave; exist&amp;ecirc;ncia de um bem p&amp;uacute;blico (im&amp;oacute;vel p&amp;uacute;blico) entre as duas glebas, cada qual DEVER&amp;Aacute; ser descrita e qualificada em matr&amp;iacute;cula pr&amp;oacute;pria, pois existem ali dois im&amp;oacute;veis e n&amp;atilde;o apenas um, como ainda consta da matr&amp;iacute;cula a ser retificada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	Explico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	Primeiramente, deve-se analisar o caso da intercepta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do im&amp;oacute;vel por uma estrada.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Com a passagem da estrada, que indubitavelmente &amp;eacute; um bem p&amp;uacute;blico de uso comum do povo, o im&amp;oacute;vel original passou a ser formado por duas glebas, distintas, separadas por um outro im&amp;oacute;vel, que &amp;eacute; a estrada.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	De acordo com a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o registral imobili&amp;aacute;ria, todo im&amp;oacute;vel deve ser descrito em uma matr&amp;iacute;cula e esta deve conter t&amp;atilde;o-somente um &amp;uacute;nico im&amp;oacute;vel. Este &amp;eacute; o princ&amp;iacute;pio da unitariedade da matr&amp;iacute;cula, previsto no &amp;sect;1&amp;ordm; do artigo 176 da Lei dos Registros P&amp;uacute;blicos.&lt;br /&gt;
	Considerar essas duas glebas como um &amp;uacute;nico im&amp;oacute;vel encontraria duas barreiras l&amp;oacute;gicas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	A primeira: a estrada n&amp;atilde;o poderia ser inclu&amp;iacute;da como &amp;aacute;rea privada, sendo imperativa a separa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do bem p&amp;uacute;blico do patrim&amp;ocirc;nio privado. &lt;br /&gt;
	Uma das maiores responsabilidades do registrador, hoje em dia, &amp;eacute; impedir que &amp;aacute;reas p&amp;uacute;blicas sejam inclu&amp;iacute;das em t&amp;iacute;tulos particulares. Isso tem ocorrido muito nas &amp;uacute;ltimas d&amp;eacute;cadas, mas n&amp;atilde;o exatamente pelos motivos divulgados pelo Governo (fraude em cart&amp;oacute;rios), mas por uma s&amp;eacute;rie de outras situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, das quais pode-se destacar a &amp;ldquo;falta de controle dos dados registrados&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	Muitas &amp;aacute;reas p&amp;uacute;blicas foram inclu&amp;iacute;das em matr&amp;iacute;culas em a&amp;ccedil;&amp;otilde;es judiciais de usucapi&amp;atilde;o e retifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Tamb&amp;eacute;m ocorreu pela altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o unilateral, sem qualquer controle, das descri&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos im&amp;oacute;veis quando das aliena&amp;ccedil;&amp;otilde;es, parcelamentos e unifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Na maioria dos casos, sem qualquer dolo por parte do registrador, mas o erro ocorreu e muitos desses problemas est&amp;atilde;o sendo descobertos hoje.&lt;br /&gt;
	Uma das justificativas para criar a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o do georreferenciamento foi a necessidade de separa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do bem p&amp;uacute;blico do particular. Hoje, isso n&amp;atilde;o &amp;eacute; apenas uma aspira&amp;ccedil;&amp;atilde;o; agora, isso &amp;eacute; a regra a todos n&amp;oacute;s imposta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	A segunda barreira: optando-se pela simples averba&amp;ccedil;&amp;atilde;o da exist&amp;ecirc;ncia da estrada no interior do im&amp;oacute;vel, estaria a&amp;iacute; violando v&amp;aacute;rios princ&amp;iacute;pios, dentre eles o da especialidade objetiva, pois n&amp;atilde;o seriam descritas de forma correta as duas glebas, e o da unitariedade da matr&amp;iacute;cula, pois o f&amp;oacute;lio real estaria representando dois im&amp;oacute;veis e n&amp;atilde;o apenas um.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	Defender essa tese seria aceitar o fim do princ&amp;iacute;pio da unitariedade da matr&amp;iacute;cula, que aperfei&amp;ccedil;oou o complicado sistema anterior das transcri&amp;ccedil;&amp;otilde;es e trouxe a necess&amp;aacute;ria clareza para o registro p&amp;uacute;blico imobili&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	Superada essa discuss&amp;atilde;o e sendo aberta uma matr&amp;iacute;cula para cada gleba resultante, surge outra quest&amp;atilde;o: o fato de uma das glebas (a Gleba B, com 1,8 hectare) ter dimens&amp;atilde;o inferior &amp;agrave; fra&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;iacute;nima de parcelamento (que, em Conchas, &amp;eacute; de 2 hectares). O que fazer neste caso?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	Toda essa explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre o princ&amp;iacute;pio da unitariedade da matr&amp;iacute;cula serve apenas para destacar a l&amp;oacute;gica do sistema e da necessidade de abertura de matr&amp;iacute;cula para a &amp;aacute;rea isolada. Isso porque a pr&amp;oacute;pria legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o agr&amp;aacute;ria n&amp;atilde;o impede essa provid&amp;ecirc;ncia.&lt;br /&gt;
	Note que a referida legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o pro&amp;iacute;be apenas:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;bull; a divis&amp;atilde;o do im&amp;oacute;vel em partilhas judiciais e amig&amp;aacute;veis (Estatuto da Terra, artigo 65); e&lt;br /&gt;
	&amp;bull; a transmiss&amp;atilde;o, a qualquer t&amp;iacute;tulo, de parcela de im&amp;oacute;vel rural (SNCR, artigo 8&amp;ordm;).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	Ambas as hip&amp;oacute;teses se referem &amp;agrave; inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do propriet&amp;aacute;rio em parcelar o im&amp;oacute;vel rural, ou seja, a lei pro&amp;iacute;be o parcelamento volunt&amp;aacute;rio sem a observ&amp;acirc;ncia da fra&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;iacute;nima de parcelamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	Al&amp;eacute;m disso, essa regra da n&amp;atilde;o-divis&amp;atilde;o do im&amp;oacute;vel em &amp;aacute;rea menor que a FMP n&amp;atilde;o &amp;eacute; absoluta. O Decreto n&amp;ordm; 62.504/68 traz hip&amp;oacute;teses de mitiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o da regra do artigo 65 do Estatuto da Terra.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	Art. 2&amp;ordm; - Os desmembramentos de im&amp;oacute;vel rural que visem a constituir unidades com destina&amp;ccedil;&amp;atilde;o diversa daquela referida no Inciso I do Artigo 4&amp;ordm; da Lei n&amp;ordm; 4.504, de 30 de novembro de 1964, n&amp;atilde;o est&amp;atilde;o sujeitos &amp;agrave;s disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es do artigo 65 da mesma lei e do artigo 11 do Decreto-lei n&amp;ordm; 57, de 18 de novembro de 1966, desde que, comprovadamente, se destinem a um dos seguintes fins: [...]&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	O Decreto enumera v&amp;aacute;rias hip&amp;oacute;teses permissivas do parcelamento de &amp;aacute;rea menor &amp;agrave; FMP, que dependem de pr&amp;eacute;via autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Incra, para a instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o de estabelecimentos comerciais, industriais e de servi&amp;ccedil;os comunit&amp;aacute;rios (postos de combust&amp;iacute;vel, ind&amp;uacute;strias, escolas, igrejas e templos em geral, cemit&amp;eacute;rios, etc.).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	Al&amp;eacute;m das hip&amp;oacute;teses de desmembramento por interesse privado, h&amp;aacute; tamb&amp;eacute;m as hip&amp;oacute;teses de parcelamento decorrentes da supremacia do interesse p&amp;uacute;blico sobre o privado. &amp;Eacute; o que ocorre nas desapropria&amp;ccedil;&amp;otilde;es de parcela de im&amp;oacute;vel rural, deixando remanescer com o expropriado &amp;aacute;rea com dimens&amp;atilde;o menor &amp;agrave; fra&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;iacute;nima de parcelamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	O referido decreto nem precisaria tratar do assunto, haja vista a presen&amp;ccedil;a do &amp;ldquo;fato do pr&amp;iacute;ncipe&amp;rdquo;, a for&amp;ccedil;a maior que se sobrep&amp;otilde;e ao particular, o &amp;ldquo;jus imperii&amp;rdquo; justificador da cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o do im&amp;oacute;vel rural com dimens&amp;atilde;o abaixo da legalmente permitida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	Mesmo sem essa necessidade, o decreto tratou do assunto com bastante coer&amp;ecirc;ncia:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	Art. 2&amp;ordm; - Os desmembramentos de im&amp;oacute;vel rural que visem a constituir unidades com destina&amp;ccedil;&amp;atilde;o diversa&amp;hellip;&lt;br /&gt;
	(&amp;agrave; atividade rural)&amp;hellip;, n&amp;atilde;o est&amp;atilde;o sujeitos &amp;agrave;s &amp;hellip;(regras da FMP e do loteamento rural)&amp;hellip; desde que, comprovadamente, se destinem a um dos seguintes fins:&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	I - Desmembramentos decorrentes de desapropria&amp;ccedil;&amp;atilde;o por necessidade ou utilidade p&amp;uacute;blica, na forma prevista no Artigo 590, do C&amp;oacute;digo Civil Brasileiro de 1916, e legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o complementar. [&amp;hellip;]&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	Art. 3&amp;ordm; - Os desmembramentos referidos no inciso I do Artigo 2&amp;ordm; deste decreto independem de pr&amp;eacute;via autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Instituto Brasileiro de Reforma Agr&amp;aacute;ria, devendo o desapropriado:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	a) apresentar nova Declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Propriedade de Im&amp;oacute;vel Rural, referente a &amp;aacute;rea remanescente;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	b) juntar &amp;agrave; nova Declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o, certid&amp;atilde;o atualizada da transcri&amp;ccedil;&amp;atilde;o imobili&amp;aacute;ria, em que conste a averba&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ato expropriat&amp;oacute;rio, referido, expressamente, a &amp;aacute;rea desmembrado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	Vejamos a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um im&amp;oacute;vel rural, inicialmente de &amp;aacute;rea cont&amp;iacute;nua, sobre o qual passou uma estrada. Como a estrada &amp;eacute; um bem p&amp;uacute;blico, ocorreu uma desapropria&amp;ccedil;&amp;atilde;o, independentemente de ter ou n&amp;atilde;o observado o devido processo legal, pois o bem j&amp;aacute; se torna p&amp;uacute;blico pela sua destina&amp;ccedil;&amp;atilde;o sem a necessidade de qualquer formalidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	A lei tanto aceita essa forma irregular de desapropria&amp;ccedil;&amp;atilde;o que garante ao expropriado apenas um &amp;uacute;nico direito: o de ajuizar uma a&amp;ccedil;&amp;atilde;o de desapropria&amp;ccedil;&amp;atilde;o indireta, para requerer apenas a justa indeniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, uma vez que o bem n&amp;atilde;o poder&amp;aacute; ser recuperado, salvo em rar&amp;iacute;ssimas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Al&amp;eacute;m disso, esse direito do expropriado n&amp;atilde;o &amp;eacute; eterno, havendo um prazo prescricional de 15 anos (20 anos na vig&amp;ecirc;ncia do C&amp;oacute;digo Civil de 1916).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	Sendo assim, uma retifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da descri&amp;ccedil;&amp;atilde;o tabular do im&amp;oacute;vel interceptado por via p&amp;uacute;blica dever&amp;aacute; gerar a abertura de duas ou mais matr&amp;iacute;culas, independentemente de um dos im&amp;oacute;veis ter dimens&amp;atilde;o inferior &amp;agrave; FMP. A atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o do registrador, nessa hip&amp;oacute;tese, n&amp;atilde;o configura a infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o prevista no &amp;sect;3&amp;ordm; do artigo 8&amp;ordm; da Lei n&amp;ordm; 5.868/72, pois seu ato registral n&amp;atilde;o estar&amp;aacute; dividindo o im&amp;oacute;vel (a divis&amp;atilde;o ocorreu antes pelo &amp;ldquo;fato do pr&amp;iacute;ncipe&amp;rdquo;), mas apenas retificando o dado incorreto/defasado do registro p&amp;uacute;blico imobili&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	Maiores informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es: roberto.tadeu@spo.incra.gov.br&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;em&gt;&lt;strong&gt;* Roberto Tadeu Teixeira&lt;br /&gt;
	Engenheiro Agrimensor&lt;br /&gt;
	Chefe do servi&amp;ccedil;o de cartografia do INCRA SP&lt;br /&gt;
	Pres.do comit&amp;ecirc; regional de certifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do INCRA SP&lt;br /&gt;
	Especialista em georreferenciamento de imoveis rurais &lt;br /&gt;
	e-mail- roberto.tadeu@spo.incra.gov.br&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
</description><author>Revista A Mira</author><pubDate>Mon, 28 Nov 2011 14:41:00 -0200</pubDate></item><item><title>A CERTIFICAÇÃO E OS NOVOS PRAZOS DEFINIDOS PELO DECRETO FEDERAL 7.620 DE 21/11/2011 </title><link>http://www.amiranet.com.br/novidade/a-certificacao-e-os-novos-prazos-definidos-pelo-decreto-federal-7dot620-de-21-11-2011-82</link><guid>http://www.amiranet.com.br/novidade/a-certificacao-e-os-novos-prazos-definidos-pelo-decreto-federal-7dot620-de-21-11-2011-82</guid><description>&lt;p&gt;&lt;a href=&#039;http://www.amiranet.com.br/novidade/a-certificacao-e-os-novos-prazos-definidos-pelo-decreto-federal-7dot620-de-21-11-2011-82&#039;&gt;&lt;img border=&#039;0&#039; width=&#039;480px&#039; src=&#039;http://www.amiranet.com.br/img/noticias/noticia_82.jpg&#039; alt=&#039;A CERTIFICAÇÃO E OS NOVOS PRAZOS DEFINIDOS PELO DECRETO FEDERAL 7.620 DE 21/11/2011 &#039; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
	Conv&amp;eacute;m lembrar que na contagem dos prazos &amp;eacute; feita nos termos do &amp;sect;3&amp;ordm; do Decreto n&amp;ordm; 4.449/2002:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;sect; 3&amp;ordm; - Ter-se-&amp;aacute; por in&amp;iacute;cio de contagem dos prazos fixados nos incisos do caput deste artigo a data de 20 de novembro de 2003&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A prorroga&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos prazos e esse novo escalonamento foi necess&amp;aacute;rio e fundamental para que a Lei possa ser viabilizada e aplicada racionalmente e paulatinamente, possibilitando uma melhor e adequada estrutura&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todos os setores envolvidos com o georreferenciamento, bem como possibilitar aos propriet&amp;aacute;rios rurais terem maiores e melhores informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos benef&amp;iacute;cios e facilidades que ter&amp;atilde;o ao georreferenciar seu im&amp;oacute;vel , mas agora num prazo exeq&amp;uuml;&amp;iacute;vel. &lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Os novos prazos, agora em vigor, s&amp;atilde;o os seguintes:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;img align=&quot;absMiddle&quot; alt=&quot;&quot; height=&quot;111&quot; src=&quot;/files/images/2.jpg&quot; width=&quot;250&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	Cabe esclarecer que a Lei 10.267/01 n&amp;atilde;o obriga nenhum propriet&amp;aacute;rio rural a georreferenciar seu im&amp;oacute;vel rural, nem est&amp;aacute; impondo san&amp;ccedil;&amp;otilde;es diretas a quem ficar n&amp;atilde;o o fizer. Tecnicamente, a adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da descri&amp;ccedil;&amp;atilde;o do im&amp;oacute;vel rural pelo seu propriet&amp;aacute;rio configura apenas um &amp;ldquo;&amp;ocirc;nus&amp;rdquo; imposto pela norma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	Isso significa que a &amp;uacute;nica consequ&amp;ecirc;ncia para o titular do im&amp;oacute;vel que n&amp;atilde;o esteja georreferenciado (certifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do INCRA e posterior ingresso na matr&amp;iacute;cula do Registro de Im&amp;oacute;veis) &amp;eacute; a impossibilidade de alien&amp;aacute;-lo (por venda ou doa&amp;ccedil;&amp;atilde;o) ou de parcelar sua &amp;aacute;rea. O seu propriet&amp;aacute;rio n&amp;atilde;o estar&amp;aacute; &amp;quot;&amp;agrave; margem da lei&amp;quot; e sua des&amp;iacute;dia n&amp;atilde;o caracteriza irregularidade, transgress&amp;atilde;o ou conduta desabonadora. A &amp;uacute;nica cr&amp;iacute;tica que pode ser feita a ele &amp;eacute; a de ter causado a desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o (tempor&amp;aacute;ria) de seu pr&amp;oacute;prio im&amp;oacute;vel, ao deix&amp;aacute;-lo de fora das facilidades do mercado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	A verdade &amp;eacute; que o &amp;ldquo;geo&amp;rdquo; poder&amp;aacute; ser feito apenas quando o propriet&amp;aacute;rio do im&amp;oacute;vel resolver vend&amp;ecirc;-lo ou parcel&amp;aacute;-lo. Mas seria isso uma boa ideia?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	N&amp;atilde;o, de forma alguma, pois a qualquer momento pode haver a necessidade da Certifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o no seu im&amp;oacute;vel, muitas vezes at&amp;eacute; para financiamento agr&amp;iacute;cola est&amp;aacute; sendo exigido pelo Banco de que o im&amp;oacute;vel esteja certificado, bem como em a&amp;ccedil;&amp;otilde;es judiciais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	Portanto, orientamos os propreit&amp;aacute;rios rurais a providenciar o quanto antes, o georreferenciamento de seu im&amp;oacute;vel rural, consultando o registro de im&amp;oacute;veis para saber a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seu bem im&amp;oacute;vel e contratando um agrimensor credenciado pelo INCRA e devidamente capacitado para efetuar o levantamento com vistas &amp;agrave; certifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	A capacita&amp;ccedil;&amp;atilde;o do profissional credenciado &amp;eacute; de fundamental import&amp;acirc;ncia, infelizmente temos profissionais que n&amp;atilde;o est&amp;atilde;o adequadamente capacitados com amplo conhecimento de todas as legisla&amp;ccedil;&amp;otilde;es afetas ao georreferanciamento, a para resolver esse problema a Universidade Santiago&amp;amp;Cintra est&amp;aacute; oferecendo aos profissionais , credenciados ou n&amp;atilde;o, alunos dos cursos ligados a agrimensura o Curso Pr&amp;aacute;tico denominado de Curso LEGEO 6 h &amp;ldquo;Pr&amp;aacute;ticas para Certifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o R&amp;aacute;pida e Legal&amp;rdquo; m&amp;eacute;todo ensino a dist&amp;acirc;ncia EAD, onde maiores informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es est&amp;atilde;o no site www.santiagoecintra.com.br.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	Colaborou neste texto explicativo o Dr Eduardo Augusto, oficial do cart&amp;oacute;rio de registro de im&amp;oacute;veis de Conchas, SP&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	Maiores informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es: roberto.tadeu@spo.incra.gov.br&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;em&gt;&lt;strong&gt;* Roberto Tadeu Teixeira&lt;br /&gt;
	Engenheiro Agrimensor&lt;br /&gt;
	Chefe do servi&amp;ccedil;o de cartografia do INCRA SP&lt;br /&gt;
	Pres.do comit&amp;ecirc; regional de certifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do INCRA SP&lt;br /&gt;
	Especialista em georreferenciamento de imoveis rurais &lt;br /&gt;
	e-mail- roberto.tadeu@spo.incra.gov.br&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
</description><author>Revista A Mira</author><pubDate>Mon, 28 Nov 2011 14:26:00 -0200</pubDate></item><item><title>INCRA assina termo de cooperação técnica com o Exército Brasileiro</title><link>http://www.amiranet.com.br/novidade/incra-assina-termo-de-cooperacao-tecnica-com-o-exercito-brasileiro-80</link><guid>http://www.amiranet.com.br/novidade/incra-assina-termo-de-cooperacao-tecnica-com-o-exercito-brasileiro-80</guid><description>&lt;p&gt;&lt;a href=&#039;http://www.amiranet.com.br/novidade/incra-assina-termo-de-cooperacao-tecnica-com-o-exercito-brasileiro-80&#039;&gt;&lt;img border=&#039;0&#039; width=&#039;480px&#039; src=&#039;http://www.amiranet.com.br/img/noticias/noticia_80.jpg&#039; alt=&#039;INCRA assina termo de cooperação técnica com o Exército Brasileiro&#039; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
	O presidente do INCRA, Celso Lisboa de Lacerda, assinou na tarde dessa segunda-feira&amp;nbsp;um termo de coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;eacute;cnica com a Diretoria de Ci&amp;ecirc;ncia e Tecnologia do Ex&amp;eacute;rcito Brasileiro e a Diretoria de Servi&amp;ccedil;o Geogr&amp;aacute;ficos para a acelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da an&amp;aacute;lise dos processos de Certifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Im&amp;oacute;veis Rurais . Pelo Ex&amp;eacute;rcito Brasileiro assinaram o acordo o diretor de Ci&amp;ecirc;ncia e Tecnologia do Ex&amp;eacute;rcito, general Mayer, e o diretor de servi&amp;ccedil;os geogr&amp;aacute;ficos, general Pedro Ronalt.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Pelo termo, o Ex&amp;eacute;rcito Brasileiro analisar&amp;aacute; os processos de certifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de im&amp;oacute;veis que est&amp;atilde;o nas superintend&amp;ecirc;ncias regionais do INCRA e contratar&amp;aacute; t&amp;eacute;cnicos e engenheiros para agilizar o servi&amp;ccedil;o, cujo passivo &amp;eacute; bastante significativo.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	As tratativas foram desenvolvidas pelo diretor de Ordenamento da Estrutura Fundi&amp;aacute;ria do INCRA, Richard Martins Torsiano, e o diretor de Servi&amp;ccedil;os Geogr&amp;aacute;ficos do Ex&amp;eacute;rcito, general Pedro Ronalt. O INCRA acompanhar&amp;aacute; e monitorar&amp;aacute; os trabalhos conduzidos pelo exercito atrav&amp;eacute;s da Diretoria de Ordenamento e Estrutura Fundi&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;
</description><author>Revista A Mira</author><pubDate>Tue, 22 Nov 2011 16:19:00 -0200</pubDate></item><item><title>Em Criciúma: curso de Cálculos Geodésicos no Excel </title><link>http://www.amiranet.com.br/novidade/em-criciuma-curso-de-calculos-geodesicos-no-excel-79</link><guid>http://www.amiranet.com.br/novidade/em-criciuma-curso-de-calculos-geodesicos-no-excel-79</guid><description>&lt;p&gt;&lt;a href=&#039;http://www.amiranet.com.br/novidade/em-criciuma-curso-de-calculos-geodesicos-no-excel-79&#039;&gt;&lt;img border=&#039;0&#039; width=&#039;480px&#039; src=&#039;http://www.amiranet.com.br/img/noticias/noticia_79.jpg&#039; alt=&#039;Em Criciúma: curso de Cálculos Geodésicos no Excel &#039; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
	A Escola Brasileira de Agrimensura / Mantenedora : Lucas Eventos Ltda oferece o&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Curso: &amp;quot; C&amp;aacute;lculos Geod&amp;eacute;sicos no Excel&amp;quot; &lt;br /&gt;
	&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;strong&gt;Local &lt;/strong&gt;: Crici&amp;uacute;ma - SC nos dias 15 e 16/12/2011&lt;br /&gt;
	&lt;strong&gt;Carga hor&amp;aacute;ria &lt;/strong&gt;: 16 horas - aulas das 8 &amp;agrave;s 12 e das 14 &amp;agrave;s 18 horas&lt;br /&gt;
	&lt;strong&gt;Custo&lt;/strong&gt;: R$ 400,00 / Inclui no custo, CD com as planilhas eletr&amp;ocirc;nicas e manuais. &lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Certificado:&lt;br /&gt;
	Ser&amp;aacute; fornecido um certificado de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no curso com carga hor&amp;aacute;ria de 16 horas-aula.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Ministrante / &lt;strong&gt;Professor Leonard Niero da Silveira&lt;br /&gt;
	&lt;/strong&gt;Engenheiro Agrimensor. Mestre em Geom&amp;aacute;tica pela Universidade Federal de Santa Maria (Ufsm). Professor de geod&amp;eacute;sia, ajustamento de observa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o a computa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no curso de Engenharia de Agrimensura da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc - Crici&amp;uacute;ma - SC).&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;http://www.amiranet.com.br/curso/curso-de-calculos-geodesicos-no-excel-em-criciuma-sc-4&quot;&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, acesse AQUI.&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
</description><author>Revista A Mira</author><pubDate>Thu, 17 Nov 2011 15:33:00 -0200</pubDate></item><item><title>Curso de &quot; Cálculos Geodésicos no Excel&quot; - Estudo modular à distância</title><link>http://www.amiranet.com.br/novidade/curso-de-calculos-geodesicos-no-excel-estudo-modular-a-distancia-78</link><guid>http://www.amiranet.com.br/novidade/curso-de-calculos-geodesicos-no-excel-estudo-modular-a-distancia-78</guid><description>&lt;p&gt;&lt;a href=&#039;http://www.amiranet.com.br/novidade/curso-de-calculos-geodesicos-no-excel-estudo-modular-a-distancia-78&#039;&gt;&lt;img border=&#039;0&#039; width=&#039;480px&#039; src=&#039;http://www.amiranet.com.br/img/noticias/noticia_78.jpg&#039; alt=&#039;Curso de &quot; Cálculos Geodésicos no Excel&quot; - Estudo modular à distância&#039; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
	A&lt;br /&gt;
	ESCOLA BRASILEIRA DE AGRIMENSURA / Mantenedora da Lucas Eventos LTDA&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Oferece o Curso: &lt;strong&gt;&amp;quot; C&amp;aacute;lculos Geod&amp;eacute;sicos no Excel&amp;quot; - Estudo modular &amp;agrave; dist&amp;acirc;ncia&amp;rdquo;&lt;br /&gt;
	&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
	Envio das planilhas com manuais de uso em tr&amp;ecirc;s remessas mensais.&lt;br /&gt;
	Certificado de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no curso ap&amp;oacute;s a &amp;uacute;ltima remessa e recebimento da avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es: acesse &lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;http://www.amiranet.com.br/curso/calculos-geodesicos-no-excel-estudo-modular-a-distancia-3&quot;&gt;Aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
	&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description><author>Revista A Mira</author><pubDate>Wed, 16 Nov 2011 14:28:00 -0200</pubDate></item><item><title>Incra/SC entrega título remanescente de regularização fundiária </title><link>http://www.amiranet.com.br/novidade/incra-sc-entrega-titulo-remanescente-de-regularizacao-fundiaria-77</link><guid>http://www.amiranet.com.br/novidade/incra-sc-entrega-titulo-remanescente-de-regularizacao-fundiaria-77</guid><description>&lt;p&gt;
	Foi entregue, na &amp;uacute;ltima sexta-feira, na Unidade Avan&amp;ccedil;ada do Incra de Chapec&amp;oacute; (SC), o primeiro de 19 t&amp;iacute;tulos remanescentes de regulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o fundi&amp;aacute;ria em &amp;aacute;reas que foram arrecadadas ou discriminadas pela autarquia, na regi&amp;atilde;o Oeste de Santa Catarina. A propriedade regularizada, que possui 10,30 hectares, est&amp;aacute; situada na gleba Feliz Retiro, no munic&amp;iacute;pio de Xanxer&amp;ecirc; (SC) e agora pertence oficial e definitivamente &amp;agrave; fam&amp;iacute;lia da agricultora Z&amp;eacute;lia Bizollo.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Al&amp;eacute;m desses t&amp;iacute;tulos que ainda restam ser regularizados, h&amp;aacute; no estado uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o peculiar envolvendo outras 419 fam&amp;iacute;lias, que residem em 21 glebas, constatadas como &amp;aacute;reas de conflito, e que foram desapropriadas pelo Incra de Santa Catarina h&amp;aacute; mais de duas d&amp;eacute;cadas para a solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos lit&amp;iacute;gios. A peculiaridade, neste caso, &amp;eacute; que n&amp;atilde;o existe uma Instru&amp;ccedil;&amp;atilde;o Normativa da autarquia para a regulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &amp;aacute;reas desapropriadas, mas apenas para &amp;aacute;reas arrecadadas ou discriminadas, o que dificulta o tr&amp;acirc;mite dos processos.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	As 18 &amp;aacute;reas remanescentes de regulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o fundi&amp;aacute;ria que foram arrecadadas ou discriminadas, al&amp;eacute;m daquelas da gleba Feliz Retiro, onde residem os vizinhos da fam&amp;iacute;lia de Z&amp;eacute;lia Bizollo, est&amp;atilde;o situadas na gleba Ara&amp;ccedil;&amp;aacute; e Fazenda Jardim, no munic&amp;iacute;pio de Campo Er&amp;ecirc;, e Fazenda Taborda, localizada em Faxinal dos Guedes. Todos os munic&amp;iacute;pios est&amp;atilde;o situados na faixa de fronteira catarinense.&lt;/p&gt;
</description><author>Revista A Mira</author><pubDate>Tue, 18 Oct 2011 17:08:00 -0200</pubDate></item><item><title>IBGE disponibiliza relatório sobre funcionamento da Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo dos Sistemas GNSS </title><link>http://www.amiranet.com.br/novidade/ibge-disponibiliza-relatorio-sobre-funcionamento-da-rede-brasileira-de-monitoramento-continuo-dos-sistemas-gnss-76</link><guid>http://www.amiranet.com.br/novidade/ibge-disponibiliza-relatorio-sobre-funcionamento-da-rede-brasileira-de-monitoramento-continuo-dos-sistemas-gnss-76</guid><description>&lt;p&gt;
	O IBGE disponibiliza amanh&amp;atilde;, &amp;agrave;s 10 horas, no seu site, o relat&amp;oacute;rio An&amp;aacute;lise dos Dados da Rede Brasileira de Monitoramento Cont&amp;iacute;nuo dos Sistemas GNSS &amp;ndash; 2001 a 2005. &lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A RBMC, Rede Brasileira de Monitoramento Cont&amp;iacute;nuo dos Sistemas GNSS (Sistemas de Navega&amp;ccedil;&amp;atilde;o Global por Sat&amp;eacute;lites, como o norte-americano GPS &amp;ndash; Sistema de Posicionamento Global), &amp;eacute; composta de esta&amp;ccedil;&amp;otilde;es cujas informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es permitem calcular as coordenadas mais precisas do pa&amp;iacute;s. Pode ser utilizada tanto para apoiar o projeto, constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o e monitoramento de grandes obras de engenharia, como estradas, pontes e barragens, quanto na demarca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de terras ind&amp;iacute;genas, quilombolas e &amp;aacute;reas de prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o ambiental, entre outros, al&amp;eacute;m de auxiliar no monitoramento de ve&amp;iacute;culos. &lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Na publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;atilde;o dispon&amp;iacute;veis indicadores e an&amp;aacute;lises que permitem avaliar a qualidade dos dados e verificar o desempenho do funcionamento das esta&amp;ccedil;&amp;otilde;es existentes no per&amp;iacute;odo de 2001 a 2005.&amp;nbsp; Todas as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es referentes ao relat&amp;oacute;rio estar&amp;atilde;o dispon&amp;iacute;veis, pelo link &lt;a href=&quot;http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias&quot;&gt;www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
</description><author>Revista A Mira</author><pubDate>Tue, 20 Sep 2011 10:58:00 -0300</pubDate></item><item><title>IBGE lança Manual de Geociências sobre Base Cartográfica do Brasil</title><link>http://www.amiranet.com.br/novidade/ibge-lanca-manual-de-geociencias-sobre-base-cartografica-do-brasil-75</link><guid>http://www.amiranet.com.br/novidade/ibge-lanca-manual-de-geociencias-sobre-base-cartografica-do-brasil-75</guid><description>&lt;p&gt;&lt;a href=&#039;http://www.amiranet.com.br/novidade/ibge-lanca-manual-de-geociencias-sobre-base-cartografica-do-brasil-75&#039;&gt;&lt;img border=&#039;0&#039; width=&#039;480px&#039; src=&#039;http://www.amiranet.com.br/img/noticias/noticia_75.jpg&#039; alt=&#039;IBGE lança Manual de Geociências sobre Base Cartográfica do Brasil&#039; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
	O&amp;nbsp;IBGE lan&amp;ccedil;ou nesta ter&amp;ccedil;a-feira o Manual T&amp;eacute;cnico de Geoci&amp;ecirc;ncias utilizado na constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Base Cartogr&amp;aacute;fica Cont&amp;iacute;nua na escala de 1:250.000, que pode ser acessado em ftp://geoftp.ibge.gov.br/documentos/cartografia/Manual_Procedimento_Tecnico.pdf. &lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A Base Cartogr&amp;aacute;fica Cont&amp;iacute;nua (BC250) &amp;eacute; um mosaico digital do Brasil em escala 1:250.000 (em que 1 cm no mapa significa 2,5 km no terreno), dispon&amp;iacute;vel em formato shape (que permite utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o em programas de geoprocessamento) no link ftp://geoftp.ibge.gov.br/mapas/base_vetorial_continua_250mil para 89% do territ&amp;oacute;rio nacional, com previs&amp;atilde;o para conclus&amp;atilde;o no primeiro semestre do pr&amp;oacute;ximo ano. Essa base constitui refer&amp;ecirc;ncia cartogr&amp;aacute;fica para as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de planejamento, monitoramento e atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos recursos naturais do pa&amp;iacute;s.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Produzido pela Coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Cartografia da Diretoria de Geoci&amp;ecirc;ncias do IBGE, o Manual de Procedimentos T&amp;eacute;cnicos para Fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Controle de Qualidade e Valida&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Base Cartogr&amp;aacute;fica na escala de 1:250.000 corresponde ao n&amp;uacute;mero 12 da s&amp;eacute;rie Manuais em Geoci&amp;ecirc;ncias. Visa orientar a atividade de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;os de mapeamento, padronizando procedimentos, como o preparo de imagens e desenhos de mapas, garantindo a qualidade do material produzido.&lt;/p&gt;
</description><author>Revista A Mira</author><pubDate>Tue, 13 Sep 2011 13:27:00 -0300</pubDate></item><item><title>TRANSFORMAÇÃO DE COORDENADAS GEODÉSICAS EM COORDENADAS NO PLANO TOPOGRÁFICO LOCAL PELOS MÉTODOS DA NORMA NBR 14166/1998 E O DE ROTAÇÕES / TRANSLAÇÕES</title><link>http://www.amiranet.com.br/novidade/transformacao-de-coordenadas-geodesicas-em-coordenadas-no-plano-topografico-local-pelos-metodos-da-norma-nbr-14166-1998-e-o-de-rotacoes-translacoes-74</link><guid>http://www.amiranet.com.br/novidade/transformacao-de-coordenadas-geodesicas-em-coordenadas-no-plano-topografico-local-pelos-metodos-da-norma-nbr-14166-1998-e-o-de-rotacoes-translacoes-74</guid><description>&lt;p&gt;
	&lt;strong&gt;1 - Introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Em trabalhos geod&amp;eacute;sicos para a implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de projetos em engenharia e cadastros, o uso do Sistema de Coordenadas Terrestres Local, tradicionalmente definido no Plano Topogr&amp;aacute;fico Local (PTL), indubitavelmente &amp;eacute; o que permite operacionalizar com maior exatid&amp;atilde;o a implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de obras e de plantas cadastrais.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O uso intensivo da Geod&amp;eacute;sia Espacial facilitou a obten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de coordenadas geod&amp;eacute;sicas de pontos, o que favoreceu a sua apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o em sistemas de proje&amp;ccedil;&amp;otilde;es cartogr&amp;aacute;ficas, como &amp;eacute; o caso das aplica&amp;ccedil;&amp;otilde;es das proje&amp;ccedil;&amp;otilde;es TM, com predomin&amp;acirc;ncia da UTM. Essa &amp;uacute;ltima op&amp;ccedil;&amp;atilde;o conduz a distor&amp;ccedil;&amp;otilde;es incompat&amp;iacute;veis com a exatid&amp;atilde;o requerida em muitos trabalhos de engenharia.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Discutir as possibilidades metodol&amp;oacute;gicas, suas vantagens e defici&amp;ecirc;ncias, para a transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de coordenadas geod&amp;eacute;sicas em topogr&amp;aacute;ficas &amp;eacute; de suma import&amp;acirc;ncia para facilitar o seu emprego e ao aperfei&amp;ccedil;oamento da normaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dessas transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es, de modo que, a exatid&amp;atilde;o seja compat&amp;iacute;vel com as especifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es estabelecidas.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Este trabalho tem o objetivo de aplicar aos 18 marcos geod&amp;eacute;sicos do Munic&amp;iacute;pio de Santa Maria (RS) dois m&amp;eacute;todos de transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de coordenadas geod&amp;eacute;sicas em coordenadas plano-retangulares no Sistema Topogr&amp;aacute;fico Local: i) o m&amp;eacute;todo estabelecido pela Norma NBR 14166 e ii) o m&amp;eacute;todo de rota&amp;ccedil;&amp;otilde;es e transla&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Ser&amp;atilde;o compararados os resultados obtidos e analisados se os valores das coordenadas transformadas por ambos os m&amp;eacute;todos s&amp;atilde;o compat&amp;iacute;veis e satisfazem as especifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es estabelecidas pela NBR 14166.&lt;br /&gt;
	&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
	2 - Fundamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o te&amp;oacute;rica&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;strong&gt;2.1 - Plano Topogr&amp;aacute;fico Local (PTL)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O Plano Topogr&amp;aacute;fico Local desconsidera a curvatura da Terra e &amp;eacute; perpendicular &amp;agrave; vertical do lugar no ponto da superf&amp;iacute;cie terrestre considerado como origem do levantamento. Nessa simplifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o se levam em conta os erros sistem&amp;aacute;ticos provenientes da desconsidera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da curvatura terrestre e do desvio da vertical. Esse plano pode tamb&amp;eacute;m pode ser estabelecido perpendicularmente &amp;agrave; normal ao elips&amp;oacute;ide, no caso da determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de coordenadas topogr&amp;aacute;ficas a partir de coordenadas geod&amp;eacute;sicas, onde a orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o dever&amp;aacute; ser feita pelo azimute geod&amp;eacute;sico.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;strong&gt;2.2 - Sistema de Coordenadas Geod&amp;eacute;sico Cartesiano Tridimensional&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O Sistema de Coordenadas Cartesiano Tridimensional &amp;eacute; estabelecido sobre o elips&amp;oacute;ide de revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o e constitu&amp;iacute;do de tr&amp;ecirc;s eixos perpendiculares. A origem do sistema &amp;eacute; a intersec&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos dois eixos da elipse; o eixo X, coincidente com o plano equatorial e positivo na dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o da longitude 0o, e o eixo Y, tamb&amp;eacute;m situado no plano equatorial, e positivo na dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o da longitude 90o. O eixo Z &amp;eacute; paralelo ao eixo de rota&amp;ccedil;&amp;atilde;o da terra e &amp;eacute; positivo na dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o do norte. Se a origem do sistema est&amp;aacute; localizada no centro de massas da Terra, suas coordenadas s&amp;atilde;o denominadas de geoc&amp;ecirc;ntricas e, em caso contr&amp;aacute;rio, de topoc&amp;ecirc;ntricas.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Os sistemas WGS-84 e SIRGAS s&amp;atilde;o casos t&amp;iacute;picos de sistema geoc&amp;ecirc;ntrico; o SAD69 &amp;eacute; um sistema topoc&amp;ecirc;ntrico. As coordenadas (X, Y, Z), nesses sistemas, s&amp;atilde;o expressas em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o da latitude e da longitude geod&amp;eacute;sica, al&amp;eacute;m da pequena normal e da grande normal ao elips&amp;oacute;ide.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Os sistemas tridimensionais geoc&amp;ecirc;ntricos passaram a ter grande import&amp;acirc;ncia ap&amp;oacute;s o surgimento do sistema GPS, ou seja, da Geod&amp;eacute;sia por Sat&amp;eacute;lites. As coordenadas fornecidas pelo sistema GPS s&amp;atilde;o geoc&amp;ecirc;ntricas cartesianas tridimensionais. F&amp;oacute;rmulas transformam essas coordenadas cartesianas em coordenadas elipsoidais (latitude, longitude e altura elipsoidal) e, posteriormente, caso haja necessidade, em coordenadas planas, tais como a proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o Universal Transversa de Mercator (UTM), para uso em engenharia (Monico, 2008). Um dos m&amp;eacute;todos que se aplica neste trabalho permite transformar, tamb&amp;eacute;m, coordenadas geod&amp;eacute;sicas tridimensionais em coordenadas topogr&amp;aacute;ficas. A Figura 1 ilustra os tr&amp;ecirc;s sistemas de coordenadas associados a um ponto na superf&amp;iacute;cie terrrestre: &lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	i) o Sistema de Coordenadas Cartesianas Geod&amp;eacute;sicas Tridimensionais; &lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	ii) o Sistema de Coordenadas Geod&amp;eacute;sicas Angulares e &lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	iii) o Sistema de Coordenadas Terrestre Local (Sistema Geod&amp;eacute;sico Local) que tem como origem esse ponto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;img align=&quot;absMiddle&quot; alt=&quot;&quot; height=&quot;348&quot; src=&quot;/files/images/Figura 01.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
	Figura 01 - Sistema de Coordenadas Terrestre Local&lt;br /&gt;
	(Sistema Geod&amp;eacute;sico Local), em conjunto com os sistemas de coordenadas geod&amp;eacute;sicas.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;strong&gt;2.3 - Sistema de Coordenadas Terrestre Local&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Em Topografia, os pontos da superf&amp;iacute;cie da Terra s&amp;atilde;o projetados ortogonalmente sobre um plano horizontal tangente a um ponto qualquer da superf&amp;iacute;cie, o qual pode ter sua tang&amp;ecirc;ncia estabelecida no ponto inicial do levantamento. Esse plano, quando perpendicular &amp;agrave; vertical do lugar, constitui um Sistema Astron&amp;ocirc;mico Local e, quando perpendicular &amp;agrave; a normal ao elips&amp;oacute;ide, &amp;eacute; denominado de Sistema Geod&amp;eacute;sico Local. Para cada dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o, as opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de campo resumem-se na determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos tr&amp;ecirc;s elementos topogr&amp;aacute;ficos principais: dist&amp;acirc;ncia horizontal, &amp;acirc;ngulo horizontal e dist&amp;acirc;ncia vertical, ou a dist&amp;acirc;ncia horizontal associada ao &amp;acirc;ngulo vertical. &lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Em muitas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, &amp;eacute; necess&amp;aacute;ria a determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o da orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao norte verdadeiro (astron&amp;ocirc;mico), ao norte geod&amp;eacute;sico ou, ainda, ao norte magn&amp;eacute;tico, conforme a conveni&amp;ecirc;ncia.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Jekeli (2006) define o Sistema de Coordenadas Local como cartesiano, e composto de tr&amp;ecirc;s eixos mutuamente ortogonais, embora nem sempre suas principais dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es sigam as defini&amp;ccedil;&amp;otilde;es convencionais. Em mensura&amp;ccedil;&amp;atilde;o, as conven&amp;ccedil;&amp;otilde;es para as dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o: norte (N), leste (L), e para cima (U); em navega&amp;ccedil;&amp;atilde;o s&amp;atilde;o: norte, leste e para baixo, ou norte, oeste e para cima. As dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es U, para baixo ou para cima, podem situar-se sobre a normal ou sobre a vertical.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A Figura 1 apresenta um Sistema Geod&amp;eacute;sico Local (SGL), onde o eixo u (N) aponta em dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao norte geod&amp;eacute;sico, o eixo t (E) aponta para Leste e &amp;eacute; perpendicular ao eixo u; ambos est&amp;atilde;o contidos no plano topogr&amp;aacute;fico. O eixo v (U) coincide com a normal ao elips&amp;oacute;ide que passa pelo ponto considerado. Esse ponto determina a origem do sistema.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;strong&gt;2.4 - Transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de coordenadas geod&amp;eacute;sicas em coordenadas plano-retangulares no Sistema Topogr&amp;aacute;fico Local&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	No Brasil a transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de coordenadas geod&amp;eacute;sicas em coordenadas plano-retangulares no Sistema Topogr&amp;aacute;fico Local est&amp;aacute; normalizada pela NBR 14166 (Rede de Refer&amp;ecirc;ncia Cadastral Municipal &amp;ndash; Procedimento). Os procedimentos, conceitos e a formula&amp;ccedil;&amp;atilde;o matem&amp;aacute;tica est&amp;atilde;o descritos na referida Norma e Anexos. No entanto, com a evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos m&amp;eacute;todos de levantamento, outras metodologias podem ser usadas e, dentre essas, pode-se destacar o m&amp;eacute;todo que transforma as coordenadas expressas no Sistema Geod&amp;eacute;sico Cartesiano Tridimensional em coordenadas referidas ao Sistema Geod&amp;eacute;sico Local, pelo emprego de rota&amp;ccedil;&amp;otilde;es e transla&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;strong&gt;2.4.1 F&amp;oacute;rmulas de transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de coordenadas geod&amp;eacute;sicas em coordenadas plano-retangulares no Sistema Topogr&amp;aacute;fico Local conforme a NBR 14166&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	As f&amp;oacute;rmulas, a seguir apresentadas, permitem a transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de coordenadas geod&amp;eacute;sicas em coordenadas plano-retangulares no Sistema Topogr&amp;aacute;fico Local, conforme a NBR14166 (1998). Na aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das f&amp;oacute;rmulas consideram-se a latitude (&amp;phi;) negativa no hemisf&amp;eacute;rio sul e a longitude (&amp;lambda;) crescendo positivamente para oeste; os coeficientes c e D s&amp;atilde;o negativos no hemisf&amp;eacute;rio sul, e o eixo das ordenadas &amp;eacute; o eixo dos Y e o das abscissas &amp;eacute; o dos X.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;img align=&quot;middle&quot; alt=&quot;&quot; height=&quot;19&quot; src=&quot;/files/images/01(2).jpg&quot; width=&quot;100&quot; /&gt;(1)&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;20&quot; src=&quot;/files/images/02(1).jpg&quot; width=&quot;100&quot; /&gt;(2)&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;19&quot; src=&quot;/files/images/03(1).jpg&quot; width=&quot;150&quot; /&gt;(3) &lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;29&quot; src=&quot;/files/images/04(1).jpg&quot; width=&quot;250&quot; /&gt;(4)&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;23&quot; src=&quot;/files/images/05(1).jpg&quot; width=&quot;80&quot; /&gt;(5)&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;22&quot; src=&quot;/files/images/06(1).jpg&quot; width=&quot;80&quot; /&gt;(6)&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;20&quot; src=&quot;/files/images/07(1).jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;(7)&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;20&quot; src=&quot;/files/images/08.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;(8)&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;42&quot; src=&quot;/files/images/09.jpg&quot; width=&quot;80&quot; /&gt;(9)&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;40&quot; src=&quot;/files/images/10.jpg&quot; width=&quot;100&quot; /&gt;(10)&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;43&quot; src=&quot;/files/images/11.jpg&quot; width=&quot;150&quot; /&gt;(11)&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;45&quot; src=&quot;/files/images/12.jpg&quot; width=&quot;100&quot; /&gt;(12)&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;45&quot; src=&quot;/files/images/13.jpg&quot; width=&quot;80&quot; /&gt;(13)&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;31&quot; src=&quot;/files/images/21.jpg&quot; width=&quot;100&quot; /&gt;(14)&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;46&quot; src=&quot;/files/images/14(1).jpg&quot; width=&quot;130&quot; /&gt;(15)&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;44&quot; src=&quot;/files/images/15.jpg&quot; width=&quot;130&quot; /&gt;(16)&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;43&quot; src=&quot;/files/images/16.jpg&quot; width=&quot;130&quot; /&gt;(17)&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;22&quot; src=&quot;/files/images/17.jpg&quot; width=&quot;80&quot; /&gt;&amp;nbsp;(18)&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	onde:&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	M0 &amp;eacute; o raio de curvatura da se&amp;ccedil;&amp;atilde;o meridiana do elips&amp;oacute;ide de refer&amp;ecirc;ncia em Po (origem do sistema);&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	N0 &amp;eacute; o raio de curvatura da se&amp;ccedil;&amp;atilde;o normal ao plano meridiano do elips&amp;oacute;ide de refer&amp;ecirc;ncia em P0;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Np &amp;eacute; o raio de curvatura da se&amp;ccedil;&amp;atilde;o normal ao plano meridiano do elips&amp;oacute;ide de refer&amp;ecirc;ncia em P1;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	c &amp;eacute; o fator de eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	a &amp;eacute; o semi-eixo maior do elips&amp;oacute;ide de refer&amp;ecirc;ncia;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	b &amp;eacute; o semi-eixo menor do elips&amp;oacute;ide de refer&amp;ecirc;ncia;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	e2 &amp;eacute; a primeira excentricidade do elips&amp;oacute;ide de refer&amp;ecirc;ncia ao quadrado;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;fnof; &amp;eacute; o achatamento do elips&amp;oacute;ide de refer&amp;ecirc;ncia;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Ht &amp;eacute; a altitude ortom&amp;eacute;trica m&amp;eacute;dia do terreno ou altitude do plano topogr&amp;aacute;fico local.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;strong&gt;2.4.2 - Transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Sistema Geod&amp;eacute;sico Cartesiano Tridimensional para o Sistema Geod&amp;eacute;sico Terrestre Local por rota&amp;ccedil;&amp;otilde;es e transla&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Para a transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de coordenadas geod&amp;eacute;sicas em coordenadas topogr&amp;aacute;ficas locais, por rota&amp;ccedil;&amp;otilde;es e transla&amp;ccedil;&amp;otilde;es, na mesma escala, as formula&amp;ccedil;&amp;otilde;es matem&amp;aacute;ticas s&amp;atilde;o dadas por Andrade (1998, pg. 98), por Jakeli (2006) e ainda, por Monico (2008). Neste trabalho, adotou-se a formula&amp;ccedil;&amp;atilde;o matem&amp;aacute;tica de Andrade:&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;54&quot; src=&quot;/files/images/18.jpg&quot; width=&quot;300&quot; /&gt;&amp;nbsp;(19)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	onde:&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	t, u e v s&amp;atilde;o as coordenadas topogr&amp;aacute;ficas transformadas no PTL.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;phi;0 e &amp;lambda;0 s&amp;atilde;o a latitude e a longitude geod&amp;eacute;sica do ponto escolhido como origem do sistema;&lt;br /&gt;
	X, Y e Z s&amp;atilde;o as coordenadas geod&amp;eacute;sicas cartesianas tridimensionais do ponto a transformar;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	X0, Y0 e Z0 s&amp;atilde;o as coordenadas geod&amp;eacute;sicas cartesianas tridimensionais do ponto escolhido para origem do sistema.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;strong&gt;2.5 - Precau&amp;ccedil;&amp;otilde;es no uso do Sistema Topogr&amp;aacute;fico Local&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A NBR 14166 estabelece algumas precau&amp;ccedil;&amp;otilde;es que devem ser tomadas quando se implanta um Sistema Topogr&amp;aacute;fico Local. A primeira delas diz que a rede de refer&amp;ecirc;ncia cadastral deve apoiar as atividades cadastrais a serem representadas no PTL, em escala 1:1.000 at&amp;eacute; 1:1(NBR 14166, p. 1); a segunda &amp;eacute; que, &amp;ldquo;a origem do sistema topogr&amp;aacute;fico local deve estar posicionada, geograficamente, de modo a que nenhuma coordenada plano-retangular, isenta do seu termo constante, tenha valor superior a 50 km&amp;rdquo; (NBR 14166, p. 5) e, por fim, no item 5.7.2 afirma a necessidade de se estabelecer subdivis&amp;atilde;o do sistema, em sistemas parciais (menores do que 50 km), quando, em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao PTL adotado, os desn&amp;iacute;veis, para mais ou para menos, forem superiores a 150 m na &amp;aacute;rea a ser representada.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Tais precau&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o necess&amp;aacute;rias para que se mantenha a exatid&amp;atilde;o, tanto no projeto como na loca&amp;ccedil;&amp;atilde;o, onde os erros aceit&amp;aacute;veis devem ser inferiores aos erros decorrentes da n&amp;atilde;o considera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da curvatura terrestre e que n&amp;atilde;o devem superar os erros inerentes &amp;agrave;s opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es topogr&amp;aacute;ficas de determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos pontos do levantamento.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Ao estabelecer o limite de desn&amp;iacute;vel na &amp;aacute;rea a ser representada em &amp;plusmn; 150 m a Norma mant&amp;eacute;m o erro, devido ao fator de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o das dist&amp;acirc;ncias horizontais, inferior a 1/40.000. O fator de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; decorrente de as dist&amp;acirc;ncias horizontais serem reduzidas &amp;agrave; altura do PTL.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Segundo Fuentealba et al. (2006), mesmo que a &amp;aacute;rea representada esteja dentro dos limites do PTL, o efeito da altura do PTL e dos desn&amp;iacute;veis envolvidos requerem um fator de corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o para as dist&amp;acirc;ncias horizontais. Assim, conforme se observa na figura 2, a dist&amp;acirc;ncia horizontal m&amp;eacute;dia (SH) entre os pontos A e B do terreno &amp;eacute; projetada como SP no plano do horizonte do PTL, que tem como altura Ht (HPTL). Por serem representadas no PTL, as dist&amp;acirc;ncias horizontais s&amp;atilde;o afetadas por um fator de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o (&amp;Delta;S), cuja magnitude depende da altura m&amp;eacute;dia ao PTL (CM), da dist&amp;acirc;ncia horizontal entre os pontos e, em menor rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o, do valor de Ht. A ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um plano m&amp;eacute;dio envolve crit&amp;eacute;rios que relacionam as dist&amp;acirc;ncias m&amp;aacute;ximas e os desn&amp;iacute;veis m&amp;aacute;ximos que se encontram na &amp;aacute;rea. A dist&amp;acirc;ncia reduzida ao plano topogr&amp;aacute;fico (SP) &amp;eacute; calculada pela seguinte express&amp;atilde;o:&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	SP = SH - &amp;Delta;S (20)&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O fator de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;Delta;S pode ser calculado pela seguinte express&amp;atilde;o:&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;32&quot; src=&quot;/files/images/19(1).jpg&quot; width=&quot;100&quot; /&gt;(21)&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;33&quot; src=&quot;/files/images/20.jpg&quot; width=&quot;150&quot; /&gt;(22)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	onde:&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;Delta;S = fator de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;br /&gt;
	CM = cota m&amp;eacute;dia;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	SH = dist&amp;acirc;ncia horizontal projetada sobre o plano m&amp;eacute;dio;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	R = raio m&amp;eacute;dio de curvatura 6378000 m;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Ht = HPTL altura do PTL.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;399&quot; src=&quot;/files/images/Figura 02.jpg&quot; width=&quot;300&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
	Na figura 2 est&amp;atilde;o representados os elementos descritos e suas inter-rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Figura 2 &amp;ndash; Redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dist&amp;acirc;ncia quando do emprego do PTL. Visualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o das dist&amp;acirc;ncias horizontais (&amp;Delta;S). (Fonte: Fuentealba, et al. (2006)&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;strong&gt;3 - Material e m&amp;eacute;todos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;strong&gt;3.1 - Material&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Para a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do presente trabalho foram utilizadas as coordenadas geod&amp;eacute;sicas dos 18 marcos geod&amp;eacute;sicos de Santa Maria, implantados por solicita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da autarquia municipal Escrit&amp;oacute;rio da Cidade. Para cada marco foi elaborada uma monografia onde constam, al&amp;eacute;m das respectivas coordenadas geod&amp;eacute;sicas, outros dados e a seguinte ficha t&amp;eacute;cnica:&lt;br /&gt;
	Foi utilizado um receptor GPS L1/L2 com m&amp;eacute;todo est&amp;aacute;tico diferencial e tempo de coleta de duas horas, sendo os dados p&amp;oacute;s-processados e ajustados com a RBMC (SMAR e POAL). Esta etapa, bem como as coordenadas dos marcos obtidas em SIRGAS 2000, &amp;eacute; de responsabilidade da Empresa Brasgeo Ltda.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;Agrave; equipe de Geoprocessamento do EC coube a elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o das monografias dos marcos e demais c&amp;aacute;lculos: - Para transformar as coordenadas de SIRGAS 2000 para SAD 69 foi utilizado o software ProGriD desenvolvido pelo IBGE: - O c&amp;aacute;lculo do azimute geod&amp;eacute;sico foi efetuado a partir das coordenadas geod&amp;eacute;sicas em SIRGAS 2000 e utilizando a f&amp;oacute;rmula de Puissant.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Foi utilizado o marco M17, situado em frente ao Centro Administrativo, como origem do Plano Topogr&amp;aacute;fico Local (Xo = 150.000,00 e Yo = 250.000,00).&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;strong&gt;3.2 - M&amp;eacute;todos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Para efetuar a transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o das coordenadas geod&amp;eacute;sicas em SIRGAS 2000 para as coordenadas no Plano Topogr&amp;aacute;fico Local, foi utilizado o programa computacional TRANSGEOLOCAL V2.0 (2009) (dispon&amp;iacute;vel em www.ufsm.br/geo-giap), e se tomou o marco M17 como o ponto comum a ambos os sistemas.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Os valores das coordenadas transformadas, dos 18 marcos, no Plano Topogr&amp;aacute;fico Local, quando se aplica a formula&amp;ccedil;&amp;atilde;o matem&amp;aacute;tica da NBR 14166, foram tomados das respectivas monografias.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	C&amp;aacute;lculos complementares foram executados em planilha eletr&amp;ocirc;nica.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;strong&gt;4 - Resultados e discuss&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	As coordenadas geod&amp;eacute;sicas em SIRGAS2000 dos 18 marcos estabelecidos para a rede de apoio do mapeamento digital do munic&amp;iacute;pio de Santa Maria &amp;ndash; RS s&amp;atilde;o os dados prim&amp;aacute;rios que serviram de apoio para este trabalho. Da mesma maneira, as coordenadas no Plano Topogr&amp;aacute;fico Local, constantes das monografias e calculadas pela formula&amp;ccedil;&amp;atilde;o matem&amp;aacute;tica apresentada no Anexo A da NBR 14166, foram aceitas como exatas e usadas para a compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos m&amp;eacute;todos em estudo. Tais dados s&amp;atilde;o apresentados nas Tabelas 1 e 2, respectivamente. &lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Mediante aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do programa computacional TRANSGEOLOCAL &amp;agrave;s coordenadas geod&amp;eacute;sicas dos marcos e tomando-se o marco M17 como a origem do Sistema Topogr&amp;aacute;fico Geod&amp;eacute;sico Local, obtiveram-se as coordenadas topogr&amp;aacute;ficas transformadas correspondentes (t, u , v) e as diferen&amp;ccedil;as de n&amp;iacute;vel (dn) entre o marco&lt;br /&gt;
	origem e os demais. Salienta-se que, no presente caso, v = h, sendo h a altura geod&amp;eacute;sica. Essas coordenadas e diferen&amp;ccedil;as de n&amp;iacute;vel est&amp;atilde;o apresentadas na Tabela 3.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A essas coordenadas (Tabela 3) foram acrescentadas as constantes X0 = 150.000,00 e Y0 = 250.000,00 conforme o que especifica a norma NBR 14166. Tais valores s&amp;atilde;o mostrados na Tabela 4.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Na Tabela 3 observa-se que a defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o da altura do Plano Topogr&amp;aacute;fico Local n&amp;atilde;o atende ao que especifica a NBR 14166 no que se refere, neste caso, ao desn&amp;iacute;vel m&amp;aacute;ximo para cima de 150 m. O valor do desn&amp;iacute;vel obtido conduz a uma exatid&amp;atilde;o no entorno de 1/20.000, valor esse muito superior ao especificado, de 1/40.000.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Como a diferen&amp;ccedil;a de n&amp;iacute;vel entre o marco mais baixo (M19) e o mais alto (M1) &amp;eacute; de 354,380 m h&amp;aacute; necessidade da introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dois PTL para que a representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o topogr&amp;aacute;fica da &amp;aacute;rea tenha exatid&amp;atilde;o igual a 1/40.000, ou maior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	Tabela 1 &amp;ndash; Coordenadas geod&amp;eacute;sicas dos marcos geod&amp;eacute;sicos do Mapeamento Digital do Munic&amp;iacute;pio de Santa Maria RS&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;259&quot; src=&quot;/files/images/Figura 3.jpg&quot; width=&quot;300&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Tabela 2 &amp;ndash; Valores das coordenadas dos marcos no PTL, constantes das monografias dos marcos, obtidos com a formula&amp;ccedil;&amp;atilde;o matem&amp;aacute;tica da NBR 14166.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;263&quot; src=&quot;/files/images/Figura 4.jpg&quot; width=&quot;230&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Com os dados da Tabela 2 e da Tabela 4 foram calculadas as discrep&amp;acirc;ncias, &amp;Delta;X, &amp;Delta;Y e a discrep&amp;acirc;ncia total (&amp;Delta;total) existentes entre as coordenadas transformadas por ambos os m&amp;eacute;todos. A discrep&amp;acirc;ncia total corresponde &amp;agrave; diferen&amp;ccedil;a, no posicionamento do v&amp;eacute;rtice no PTL, resultante da aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos dois m&amp;eacute;todos e &amp;eacute; fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o do emprego de dist&amp;acirc;ncias horizontais diferentes para o c&amp;aacute;lculo das coordenadas, quando da aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos m&amp;eacute;todos.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A Tabela 5 apresenta essas discrep&amp;acirc;ncias e a diferen&amp;ccedil;a de n&amp;iacute;vel entre o marco origem e os demais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	Tabela 3 &amp;ndash; Coordenadas dos marcos no PTL obtidas a partir do emprego do programa TRANSGEOLOCAL e usando o v&amp;eacute;rtice M17 como origem do sistema; v &amp;eacute; a altura geod&amp;eacute;sica e dn a diferen&amp;ccedil;a de n&amp;iacute;vel entre o marco origem e os demais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;255&quot; src=&quot;/files/images/Figura 5.jpg&quot; width=&quot;300&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	Ao se observar a Tabela 5, fica evidente que as discrep&amp;acirc;ncias crescem em valor absoluto &amp;agrave; medida que as diferen&amp;ccedil;as de n&amp;iacute;vel aumentam em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao marco M17, cuja altura geod&amp;eacute;sica ou altitude foi tomada como a altitude m&amp;eacute;dia do terreno (Ht) para o estabelecimento do PTL.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Os valores de discrep&amp;acirc;ncia total (&amp;Delta;total) foram comparados com os valores correspondentes que se obt&amp;ecirc;m quando da aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da f&amp;oacute;rmula 22 que estabelece o fator de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o (&amp;Delta;S). Verifica-se que os valores de &amp;Delta;S e &amp;Delta;total s&amp;atilde;o praticamente coincidentes, com pequenas varia&amp;ccedil;&amp;otilde;es causadas pela ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de algarismos significativos no processo de c&amp;aacute;lculo.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Tabela 4 &amp;ndash; Valores das coordenadas no PTL atribuindo ao v&amp;eacute;rtice M17 as coordenadas X0 = 150.000,00 e Y0 =250.000,00; h e dn.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;159&quot; src=&quot;/files/images/Figura 6.jpg&quot; width=&quot;300&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;138&quot; src=&quot;/files/images/Figura 7.jpg&quot; width=&quot;290&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;br /&gt;
	Tabela 5 &amp;ndash; Valores das discrep&amp;acirc;ncias &amp;Delta;X, &amp;Delta;Y e &amp;Delta;total entre as coordenadas obtidas pelos dois sistemas de transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o e das diferen&amp;ccedil;as de n&amp;iacute;vel.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; height=&quot;269&quot; src=&quot;/files/images/Figura 8.jpg&quot; width=&quot;300&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Ao analisar os resultados obtidos, por ambos os m&amp;eacute;todos, constatou-se que o m&amp;eacute;todo de rota&amp;ccedil;&amp;otilde;es e transla&amp;ccedil;&amp;otilde;es, que emprega coordenadas tridimensionais, ou seja, j&amp;aacute; leva em conta a altura geod&amp;eacute;sica ou altitude dos marcos, determina as coordenadas no PTL sem a influ&amp;ecirc;ncia do fator de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Portanto, a influ&amp;ecirc;ncia da diferen&amp;ccedil;a de n&amp;iacute;vel &amp;eacute; eliminada. Resulta da&amp;iacute; que n&amp;atilde;o h&amp;aacute; necessidade da introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do fator de eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o (c) para a determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o das coordenadas no PTL. Assim, pode-se adotar qualquer altura para o PTL, inclusive aquela correspondente &amp;agrave; tangente ao elips&amp;oacute;ide, sem a introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do erro produzido pelo fator de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Nessa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o a exatid&amp;atilde;o das coordenadas obtidas no PTL fica dependente somente dos erros inerentes &amp;agrave;s opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es geod&amp;eacute;sicas e topogr&amp;aacute;ficas empregadas, enquanto que no m&amp;eacute;todo da Norma as dist&amp;acirc;ncias horizontais e a orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o das dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es ficam sujeitas a pequenas varia&amp;ccedil;&amp;otilde;es aceit&amp;aacute;veis quando controlado o desn&amp;iacute;vel m&amp;aacute;ximo entre o PTL e os pontos.&lt;br /&gt;
	&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
	4 - Conclus&amp;otilde;es&lt;br /&gt;
	&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
	As conclus&amp;otilde;es, para melhor clareza, s&amp;atilde;o apresentadas em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a duas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	a) Quanto &amp;agrave;s monografias dos Marcos Geod&amp;eacute;sicos do Munic&amp;iacute;pio de Santa Maria.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;bull; Ao empregar-se o m&amp;eacute;todo da NBR 14166 as coordenadas no PTL devem ser recalculadas, considerando a necessidade de estabelecer a subdivis&amp;atilde;o do sistema, em dois sistemas parciais, para atendimento do desn&amp;iacute;vel m&amp;aacute;ximo de &amp;plusmn; 150,00 m.&lt;br /&gt;
	b) Quanto &amp;agrave; compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos dois m&amp;eacute;todos de transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de coordenadas empregados.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;bull; Constata-se que ambos os m&amp;eacute;todos satisfazem as exig&amp;ecirc;ncias de exatid&amp;atilde;o da NBR 14166. No entanto, o m&amp;eacute;todo de rota&amp;ccedil;&amp;otilde;es e transla&amp;ccedil;&amp;otilde;es apresenta um resultado com maior exatid&amp;atilde;o, pois independe do estabelecimento de limites quanto &amp;agrave;s altitudes envolvidas. Nele, como as alturas elipsoidais est&amp;atilde;o vinculadas &amp;agrave;s coordenadas geod&amp;eacute;sicas, a posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ponto no PTL &amp;eacute; estabelecidacom a verdadeira dist&amp;acirc;ncia horizontal entre os pontos levantados e n&amp;atilde;o com a dist&amp;acirc;ncia elipsoidal elevada ao plano m&amp;eacute;dio pela aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do fator de eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o (c). Assim, nesse caso, todas as coordenadas dos pontos (X, Y e h ou H) somente apresentar&amp;atilde;o os erros inerentes &amp;agrave;s opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es geod&amp;eacute;sicas e topogr&amp;aacute;ficas empregadas, ou seja, est&amp;atilde;o isentas da influ&amp;ecirc;ncia do fator de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o e do fator de eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;bull; Ao se aplicar o m&amp;eacute;todo de rota&amp;ccedil;&amp;otilde;es e transla&amp;ccedil;&amp;otilde;es n&amp;atilde;o h&amp;aacute; necessidade de se estabelecer limites para o intervalo de diferen&amp;ccedil;a de n&amp;iacute;vel entre o PTL e os pontos de maior ou menor altitude. Respeitadas as dimens&amp;otilde;es m&amp;aacute;ximas do plano, um &amp;uacute;nico PTL implantado a qualquer altura elipsoidal, ou altitude, sempre manter&amp;aacute; a exatid&amp;atilde;o obtida no levantamento.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	No caso das monografias dos marcos geod&amp;eacute;sicos de Santa Maria, recomenda-se um dos seguintes procedimentos: i) recalcular as coordenadas dos marcos em dois PTL, ou ii) adotar um s&amp;oacute; PTL e calcular as coordenadas pelo m&amp;eacute;todo de rota&amp;ccedil;&amp;otilde;es e transla&amp;ccedil;&amp;otilde;es, o que resulta em um s&amp;oacute; Sistema Topogr&amp;aacute;fico Local e de maior exatid&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Recomenda-se, ainda, estudar-se a possibilidade de normalizar a obten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de coordenadas em um Sistema Geod&amp;eacute;sico Local, tamb&amp;eacute;m pelo m&amp;eacute;todo de rota&amp;ccedil;&amp;otilde;es e transla&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Agradecimentos&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Os autores agradecem ao Escrit&amp;oacute;rio da Cidade de Santa Maria pela disponibiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das monografias dos marcos geod&amp;eacute;sicos e pelas informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es prestadas. Ao Depto. de Engenharia Rural da UFSM e ao Centro Regional Sul do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CRS/CCR/INPE-MCT) pela parceria, infra-estrutura e apoio log&amp;iacute;stico no desenvolvimento deste trabalho.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Refer&amp;ecirc;ncias&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	ABNT. NBR14166: Rede de Refer&amp;ecirc;ncia Cadastral Municipal &amp;ndash; Procedimento. Rio de Janeiro, 1998, 23 p.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	ANDRADE, J. B. de. Fotogrametria. Curitiba, SBEE, 1998. 258p.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	DAL&amp;rsquo;FORNO, G. L.; DAPPER F.; STRIEDER, A. J.;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	AGUIRRE, A. J. TRANSGEOLOCAL - Programa Computacional para Transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de. Coordenadas Geod&amp;eacute;sicas em Coordenadas Locais e o Processo Inverso. In: Anais VI Col&amp;oacute;quio Brasileiro de Ci&amp;ecirc;ncias Geod&amp;eacute;sicas, UFPR, 2009.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	FUENTEALBA, O. C.; LANGE, H.; ZEPEDA, R. G. Manual de Carreteras. Procedimientos de Estudios Viales, vol. 2. Santiago, Gobierno de Chile, Minist&amp;eacute;rio de Obras P&amp;uacute;blicas, Direcci&amp;oacute;n de Vialidad. 2001 291 p.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	JAKELI, C. Geometric Reference Systems. Division of Geodesy and Geospatial Science. School of Earth ciences. Ohio State University, 2006. 195 p.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	MONICO, J. F. G. Posicionamento pelo GNSS &amp;ndash; Descri&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Fundamentos e Aplica&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o Editora UNESP, S&amp;atilde;o Paulo. 2a edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, 2008. 480 p.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;em&gt;&lt;strong&gt;* Gelson Lauro Dal&amp;rsquo;forno&lt;br /&gt;
	* Argentino Jos&amp;eacute; Aguirre&lt;br /&gt;
	* Fernando Luis Hillebrand&lt;br /&gt;
	* Fabiano de Vargas Greg&amp;oacute;rio&lt;br /&gt;
	&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
	Universidade Federal de Santa Maria - UFSM&lt;br /&gt;
	Programa de P&amp;oacute;s-Gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Geom&amp;aacute;tica&lt;br /&gt;
	Departamento de Engenharia Rural, CCR, Santa Maria, RS&lt;br /&gt;
	gelforno@smail.ufsm.br&lt;br /&gt;
	&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
</description><author>Revista A Mira</author><pubDate>Mon, 12 Sep 2011 10:14:00 -0300</pubDate></item><item><title>PASSAGENS DA CARTOGRAFIA MILITAR PELO MUNDO</title><link>http://www.amiranet.com.br/novidade/passagens-da-cartografia-militar-pelo-mundo-73</link><guid>http://www.amiranet.com.br/novidade/passagens-da-cartografia-militar-pelo-mundo-73</guid><description>&lt;p&gt;
	O Brasil, Pa&amp;iacute;s-Continente, quinto maior pa&amp;iacute;s do mundo em extens&amp;atilde;o territorial, que no passado tinha lit&amp;iacute;gios fronteiri&amp;ccedil;os com a vizinha Argentina, fez com que na &amp;eacute;poca o Major Alfredo Vidal, depois, General e primeiro Diretor do Servi&amp;ccedil;o Geogr&amp;aacute;fico Militar mantivesse contatos com a Europa, que desenvolvia progressos em Fotogrametria, pois a na&amp;ccedil;&amp;atilde;o precisava de solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es t&amp;eacute;cnicas em cartografia para dirimir quaisquer d&amp;uacute;vidas de seus limites no Sul, possibilitando a vinda em14 de outubro de 1920 da Miss&amp;atilde;o Austr&amp;iacute;aca, j&amp;aacute; narrada nos papers de as MIRAs 106, 132 e no CD Rom do XXCBC/SBC-PUC-RS em Porto Alegre &amp;ndash; A miss&amp;atilde;o cartogr&amp;aacute;fica imperial militar austr&amp;iacute;aca no Ex&amp;eacute;rcito Brasileiro &amp;ndash; Um relato hist&amp;oacute;rico da fotogrametria. O Brasil n&amp;atilde;o possui problemas fronteiri&amp;ccedil;os com seus Pa&amp;iacute;ses Vizinhos na Am&amp;eacute;rica do Sul, tendo sido um dos signat&amp;aacute;rios do recente acordo de fronteiras celebrado entre o Equador e o Peru.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A partir de 1971 v&amp;aacute;rios Engenheiros Cart&amp;oacute;grafos Brasileiros estiveram estudando na Escola Cartogr&amp;aacute;fica do Servi&amp;ccedil;o Geogr&amp;aacute;fico Interamericano, na Base Norte-Americana, situada em Forte Clayton, na Zona do Canal do Panam&amp;aacute;, no Panam&amp;aacute;, recentemente desativada. O Engenheiro Cart&amp;oacute;grafo Joil Rafael Portella foi eleito o representante de turma dos brasileiros e l&amp;aacute; fez o Curso de Fotogrametria B&amp;aacute;sica, os Engenheiros Cart&amp;oacute;grafos Josias da Silva Ribamar e Lidoan tamb&amp;eacute;m do IBGE fizeram o Curso de Fotogrametria Avan&amp;ccedil;ada. &lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Na &amp;eacute;poca o primeiro colocado no Curso foi o Engenheiro Militar da Aeron&amp;aacute;utica Get&amp;uacute;lio, empregava-se ent&amp;atilde;o o aparelho do sistema anaglifo. Anos depois, os Engenheiros Cart&amp;oacute;grafos do IBGE, Duque Novaes e M&amp;aacute;rio de Oliveira fizeram em Forte Clayton, o primeiro Curso de Sensoriamento Remoto. Os Oficiais, Sargentos e T&amp;eacute;cnicos Civis do ICA tamb&amp;eacute;m fizeram v&amp;aacute;rios cursos no Panam&amp;aacute;, bem como os Oficiais da DSG. Estudaram em Fort Clayton pela Aeron&amp;aacute;utica &amp;ndash; Cel Eng. Cart.Alison Vieira de Vasconcelos e Ten Cel Eng. Cart. Nei Erling e nos EUA para o Mestrado o Ten Cel Eng. Cart. Fernando Rodrigues Carvalho.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A Diretoria do Servi&amp;ccedil;o Geogr&amp;aacute;fico do Ex&amp;eacute;rcito-DSG, no per&amp;iacute;odo de 15 de mar&amp;ccedil;o a 15 de dezembro de 1981, ofereceu um est&amp;aacute;gio para dois Oficiais Bolivianos, a pedido do Comando do Ex&amp;eacute;rcito da Bol&amp;iacute;via. Foram inclu&amp;iacute;dos neste est&amp;aacute;gio: pr&amp;aacute;tica de aerotriangula&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ortofoto, restitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, grava&amp;ccedil;&amp;atilde;o, visitas de campo e a &amp;oacute;rg&amp;atilde;os cong&amp;ecirc;neres. Esta visita foi resultado dos entendimentos realizados , quando da Reuni&amp;atilde;o dos Institutos Geogr&amp;aacute;ficos da Am&amp;eacute;rica do Sul, ocorrida em Buenos Aires, na Argentina. O Instituto Militar de Engenharia recebe sempre alunos do exterior, a Autora, por exemplo, ao ministrar aulas por l&amp;aacute; teve como um de seus alunos um oficial da Fuerza A&amp;eacute;rea Boliviana, Victor Ledezma. O Comandante Ojeda da DHN/Venezuela, foi aluno do Curso de Mestrado da Cartografia, mais tarde voltaria ao Brasil para cursar a ESG.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Os Cart&amp;oacute;grafos Militares Portugueses sempre estiveram na vanguarda do processo da Cartografia. Do Estudo das Cartas Hist&amp;oacute;ricas da Mapoteca do Servi&amp;ccedil;o Geogr&amp;aacute;fico - A Cartografia Luso-Brasileira, do Major Sebasti&amp;atilde;o da Silva Furtado, datado de 1959, transcreve-se: &lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;ldquo;Sugestionado pelos resultados da triangula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Londres a Doyer, que presenciara, na qual se empregavam os m&amp;eacute;todos da Carta da Fran&amp;ccedil;a, de Cassini, o Ministro da Guerra Lu&amp;iacute;s de Sousa Coutinho, Tenente General dos Reais Ex&amp;eacute;rcitos e ex-Governador e Capit&amp;atilde;o General da Capitania de Mato Grosso e Visconde de Balsem&amp;atilde;o, encarregou o Dr. Francisco Ant&amp;ocirc;nio Ciera da execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Triangula&amp;ccedil;&amp;atilde;o Geral do Reino. Este auxiliado por Carlos Frederico de Caula e Pedro Folque, a iniciou em 1770, tendo os trabalhos se prolongado at&amp;eacute; 1803, quando foram interrompidos. Depois de retomados terminaram em 1863&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Em 1891 conclu&amp;iacute;ram a Carta do Reino ou Carta Corogr&amp;aacute;fica de Portugal na escala de 1:100.000. Em 1911 foi criada a Sec&amp;ccedil;&amp;atilde;o Cartogr&amp;aacute;fica do Estado Maior do Ex&amp;eacute;rcito e por Decreto Regulamentar de 24 de novembro de 1932, surgiram os Servi&amp;ccedil;os Cartogr&amp;aacute;ficos do Ex&amp;eacute;rcito &amp;ndash; SCE. Em 1&amp;ordm; de julho de 1993 esta unidade do Ex&amp;eacute;rcito passou a chamar-se Instituto Geogr&amp;aacute;fico do Ex&amp;eacute;rcito. &lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O Instituto Geogr&amp;aacute;fico do Ex&amp;eacute;rcito Portugu&amp;ecirc;s, situado nos Olivais Norte, em Lisboa, no &amp;acirc;mbito da defesa nacional, satisfaz plenamente, &amp;agrave;s necessidades do Ex&amp;eacute;rcito e de outros ramos da For&amp;ccedil;as Armadas em Cartografia, incluindo a Pol&amp;iacute;tica Geogr&amp;aacute;fica da Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Tratado do Atl&amp;acirc;ntico Norte &amp;ndash; OTAN/NATO, da qual &amp;eacute; Pa&amp;iacute;s-Membro, a exemplo de v&amp;aacute;rios Pa&amp;iacute;ses da Europa, participando do Programa de Mapas Inteligentes. No apoio &amp;agrave; Sociedade Civil presta servi&amp;ccedil;os de utilidade p&amp;uacute;blica, no campo da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o geogr&amp;aacute;fica, tendo-se como exemplo, o Sistema Nacional de Informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es Geogr&amp;aacute;ficas. Cabe lembrar que o IGE foi o &amp;uacute;nico servi&amp;ccedil;o militar presente com um estande na Exposicarta da International Cartographic Association &amp;ndash; ICA/ACI, realizada em junho de 1997 em Estocolmo.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	A 27 de outubro de 1972, em Floren&amp;ccedil;a &amp;ndash; Firenze, Capital da Toscana, comemorou-se o Primeiro Centen&amp;aacute;rio do Instituto Geogr&amp;aacute;fico Militar da It&amp;aacute;lia, caminhando para os seus 137 anos. Em 1997, o Servi&amp;ccedil;o Militar Brit&amp;acirc;nico completou 250 Anos de Apoio Cartogr&amp;aacute;fico, que come&amp;ccedil;ou em 1747 com a Rebeli&amp;atilde;o Jacobina, quando tornou-se necess&amp;aacute;rio o levantamento topogr&amp;aacute;fico das famosas Highlands da Esc&amp;oacute;cia, de acordo com Peter PARKINSON Adido Cartogr&amp;aacute;fico Brit&amp;acirc;nico em Washington.&lt;br /&gt;
	Segundo o Major General William Roy: &lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&amp;ldquo;O Levantamento preciso de um pa&amp;iacute;s &amp;eacute; universalmente reconhecido como um grandioso trabalho de utilidade p&amp;uacute;blica, que tem o poder de incrementar e de fornecer suporte a todo tipo de atividade em tempos de paz e tem o poder de fundamentar os projetos jur&amp;iacute;dicos defesa contra a invas&amp;atilde;o do inimigo em tempo de guerra; em quaisquer das circunst&amp;acirc;ncias suas respectivas import&amp;acirc;ncias s&amp;atilde;o sempre transformadoras&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O Servi&amp;ccedil;o Hidrogr&amp;aacute;fico e Oceanogr&amp;aacute;fico da Marinha do Chile, teve in&amp;acute;cio em dezembro de 1834, portanto, h&amp;aacute; 175 anos, quando o Rio Bueno foi levantado e mapeado pelo Comandante Roberto Simpson. Os levantamentos tiveram solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de continuidade e em Maio de 1874, foi criado o SHOM, que at&amp;eacute; hoje mapeou toda a Costa Chilena num total de 285 cartas n&amp;aacute;uticas e em 1998 estavam atualizando 20 delas. O Chile conta apoio aerofotogram&amp;eacute;trico e topogr&amp;aacute;fico, para suas atividades oceanogr&amp;aacute;ficas seguindo os padr&amp;otilde;es preconizados pela International Hidrographic Organization &amp;ndash; IHO, produzindo com t&amp;eacute;cnicas digitais cartas em papel tradicional e eletr&amp;ocirc;nicas. A Enga. Cart. Eliane Alves da Silva esteve visitando as instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Instituto Geogr&amp;aacute;fico Militar do Chile- IGM, e na Embaixada do Brasil (um dos pal&amp;aacute;cios mais bonitos da capital chilena), o Adido do EB Cel Ananias, depois General, em Santiago, durante o VI Congresso Internacional de Ci&amp;ecirc;ncias de la Tierra, onde foi com o paper &amp;ndash; The Brazilian cartographic history &amp;ndash; 500th years of the Brazil discovery by the portuguese, em agosto de 2000.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Outras na&amp;ccedil;&amp;otilde;es como a Rep&amp;uacute;blica Popular da China tem trabalhado com Corpo de Oficiais Engenheiros, em Tropas de Paz, conhecidas como Capacetes Azuis das Na&amp;ccedil;&amp;otilde;es Unidas, ou como a Espanha (que possui seis navios oceanogr&amp;aacute;ficos, fizemos um mini-cruzeiro pelo Mar Mediterr&amp;acirc;neo, durante a EURO CARTO VIII, em abril de 1990, onde comparecemos pela Uff com passagem a&amp;eacute;rea pela FAPERJ, com o trabalho &amp;ndash; &amp;ldquo;Cartography: Thinking, science and marketingJ), Estados Unidos e Fran&amp;ccedil;a em recente recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Pa&amp;iacute;ses Caribenhos por onde passou um furac&amp;atilde;o devastador.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	O Instituto Geogr&amp;aacute;fico Agustin Codazzi nasceu em 1935, subordinado ao Estado Maior Geral do Ex&amp;eacute;rcito da Col&amp;ocirc;mbia, com o nome de Instituto Geogr&amp;aacute;fico Militar. Em 1940 passou para a esfera do Minist&amp;eacute;rio da Fazenda e Cr&amp;eacute;dito P&amp;uacute;blico, e em 1950 recebeu o seu nome atual. Esta presente na Col&amp;ocirc;mbia com 21 (vinte e um escrit&amp;oacute;rios), distribu&amp;iacute;dos em 7 (sete) regi&amp;otilde;es: Central, Oriental, Costa Atl&amp;acirc;ntica, Andina, Pac&amp;iacute;fico., Orinoqu&amp;iacute;a e Amazonia.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Agustin Codazzi, militar de origem italiana ficar&amp;aacute; para sempre na mem&amp;oacute;ria dos brasileiros por ter participado ativamente das Quest&amp;otilde;es Lim&amp;iacute;trofes entre o Brasil e Inglaterra no caso da Guiana Inglesa, a saber:&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	- Mapa f&amp;iacute;sico y politico de la Rep&amp;uacute;blica de Venezuela dedicado por su autor, el Coronel de Ingenieros Agustin Codazzi al Congresso Constiuynte de 1830, Caracas 1840, publicado em Lithografia em Paris por Thierry Fr. Quest&amp;atilde;o que foi arbitrada pelo Rei de It&amp;aacute;lia, j&amp;aacute; mencionada neste livro;&lt;br /&gt;
	- Mapa para demonstrar los limites de la Nueva Granada com el Brazil segun el nuevo tratado i la linea que le daba el Jeneral Acosta en su mapa de 1847. Trazado por el Coronel Agustin Codazzi en 1853 e&lt;br /&gt;
	- C&amp;oacute;pia de uma parte do mappa de Codazzi mostrando a linha de limite entre o Brazil e a Venezuela segundo o Tratado de limites de 1859, na escala de 1:340.000.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Em 1998 foi conclu&amp;iacute;do o Projeto da Rep&amp;uacute;blica da Argentina, atrav&amp;eacute;s de conv&amp;ecirc;nio de coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;eacute;cnica celebrado em 1995 entre o Instituto Geogr&amp;aacute;fico Militar da Argentina &amp;ndash; IGM e o Instituto Cartogr&amp;aacute;fico da Catalunya - ICC na Espanha, que contou com o mapeamento baseado em imagens de sat&amp;eacute;lites com controle de campo, nas escalas de 1:50.000; 1:100.000 e 1:250.000.&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Foram confeccionadas 717 cartas, na Proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o Gauss-Krugger, correspondendo a uma &amp;aacute;rea de 2.200.000 quil&amp;ocirc;metros quadrados, em que foram empregadas 226 imagens &amp;ndash; 69 da SPOT Image e 157 do Landsat-TM, geradas pelo INPE. Para 1999 esta previsto um outro projeto onde mais uma vez houve transfer&amp;ecirc;ncia de tecnologia do ICC para o IGM, na produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 728 cartas cobrindo 40% do territ&amp;oacute;rio argentino, com mapeamento sistem&amp;aacute;tico na escala de 1:100.000.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;strong&gt;&lt;em&gt;* ELIANE ALVES DA SILVA&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	Engenheira cart&amp;oacute;grafa, ge&amp;oacute;grafa, professora de geografia e mestre em ci&amp;ecirc;ncias geogr&amp;aacute;ficas&lt;br /&gt;
	Tecnologista senior do ibge/dgc/gdi&lt;br /&gt;
	Coordenadora adjunta da c&amp;acirc;mara especializada de engenharia de agrimensura do crea-rj pelo senge-rj&lt;br /&gt;
	Conselheira do clube de engenharia&lt;br /&gt;
	Diretora &amp;ndash; secret&amp;aacute;ria da sociedade brasileira de geografia &amp;ndash; sbg&lt;br /&gt;
	Conselheira da associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o brasileira de engenheiras e arquitetas &amp;ndash; abea&lt;br /&gt;
	Membro da sociedade brasileira de cartografia&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
	sputinick@terra.com.br&lt;br /&gt;
	&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
</description><author>Revista A Mira</author><pubDate>Mon, 12 Sep 2011 10:10:00 -0300</pubDate></item></channel></rss>
